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IMUNIZAÇÃO INFANTIL: BAIXA ADESÃO E RISCOS À SAÚDE

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Introdução: As doenças infectocontagiosas se apresentam como um inimigo na infância e precisam ser combatidas, visto que muitas podem elevar o número de morbimortalidade. Faz-se necessário que ocorra a imunização corretamente em tempo oportuno, se a vacinação estiver integrada ao cuidado da criança e da família a repercussão surgirá nos indicadores de saúde. Nos últimos cinco anos o número de crianças imunizadas vem caindo cada vez mais, elevando e justificando o aparecimento de doenças previamente erradicadas em nosso país. Objetivo: Objetivou-se neste estudo identificar a adesão vacinal de crianças nos últimos três anos. Material e métodos: Estudo transversal, descritivo realizado a partir do banco de dados DATASUS do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações para o Estado do Rio de Janeiro a partir de 2017, analisando imunizantes do calendário vacinal da criança. Resultados: Dentre os resultados, quando analisados os imunizantes do calendário vacinal da criança, as vacinas contra rotavírus humano, tríplice bacteriana, tetra viral, tríplice viral, febre amarela, poliomielite, DTP apresentam adesão menor que 50%. É possível observar ainda, que quando á a necessidade de administração de reforço de vacinas, a adesão para as doses subsequentes acabam sendo mais reduzidas. Vale ressaltar que a adesão vacinal no ano de 2021 no rio de Janeiro foi de 47,51 % de acordo com os dados DATASUS. O retorno para a conclusão das doses vacinais são de extrema importância para a parcela da população em evidência. Conclusão: Conclui-se que diversos fatores estão atrelados ao número reduzido de adesão vacinal como o movimento anti vacina, a desinformação e primordialmente a redução do orçamento para campanhas de vacinação. Para a Enfermagem é necessário que ocorra a educação continuada a fim de garantir a técnica correta da vacinação. O devido rastreamento e captação das crianças com pendências vacinais implicam diretamente na prevenção e promoção da saúde.
Title: IMUNIZAÇÃO INFANTIL: BAIXA ADESÃO E RISCOS À SAÚDE
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Introdução: As doenças infectocontagiosas se apresentam como um inimigo na infância e precisam ser combatidas, visto que muitas podem elevar o número de morbimortalidade.
Faz-se necessário que ocorra a imunização corretamente em tempo oportuno, se a vacinação estiver integrada ao cuidado da criança e da família a repercussão surgirá nos indicadores de saúde.
Nos últimos cinco anos o número de crianças imunizadas vem caindo cada vez mais, elevando e justificando o aparecimento de doenças previamente erradicadas em nosso país.
Objetivo: Objetivou-se neste estudo identificar a adesão vacinal de crianças nos últimos três anos.
Material e métodos: Estudo transversal, descritivo realizado a partir do banco de dados DATASUS do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações para o Estado do Rio de Janeiro a partir de 2017, analisando imunizantes do calendário vacinal da criança.
Resultados: Dentre os resultados, quando analisados os imunizantes do calendário vacinal da criança, as vacinas contra rotavírus humano, tríplice bacteriana, tetra viral, tríplice viral, febre amarela, poliomielite, DTP apresentam adesão menor que 50%.
É possível observar ainda, que quando á a necessidade de administração de reforço de vacinas, a adesão para as doses subsequentes acabam sendo mais reduzidas.
Vale ressaltar que a adesão vacinal no ano de 2021 no rio de Janeiro foi de 47,51 % de acordo com os dados DATASUS.
O retorno para a conclusão das doses vacinais são de extrema importância para a parcela da população em evidência.
Conclusão: Conclui-se que diversos fatores estão atrelados ao número reduzido de adesão vacinal como o movimento anti vacina, a desinformação e primordialmente a redução do orçamento para campanhas de vacinação.
Para a Enfermagem é necessário que ocorra a educação continuada a fim de garantir a técnica correta da vacinação.
O devido rastreamento e captação das crianças com pendências vacinais implicam diretamente na prevenção e promoção da saúde.

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