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OS IMPACTOS DA ATIVIDADE FÍSICA COMO POTENCIAL TERAPÊUTICO NOS TRANSTORNOS MENTAIS
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Introdução: Os transtornos mentais são síndromes que afetam a cognição, o emocional e o comportamento, ocasionando em muitos casos prejuízo nas interações sociais. A atividade física, que é definida como qualquer movimento corporal voluntário, surge como uma estratégia de tratamento complementar eficaz com impactos na prevenção e redução de sintomas psicológicos e melhora da saúde mental. Objetivo: Apresentar uma revisão integrativa da literatura sobre o impacto da atividade física nos transtornos mentais. Metodologia: O presente trabalho é uma revisão de literatura dos últimos 5 anos, do período de 2021 a 2025. Os descritores utilizados foram: atividade física, transtornos mentais, ansiedade, depressão, physical activity, mental health, mental disorders. Realizou-se, ainda, um levantamento bibliográfico por meio de buscas eletrônicas nas seguintes bases de dados: Google Scholar; Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO), National Library of Medicine (PubMed), EbscoHost. Resultados: O somatório de 20 estudos, organizados em um quadro, revelou a relevância da atividade física e seu mecanismo fisiológico na amenização de transtornos mentais, por intermédio da liberação de neurotransmissores, regulação de hormônios associados ao estresse, melhorando o bem-estar mental. Discussão: Os achados evidenciam que a atividade física é um método eficaz na terapêutica de transtornos mentais, promovendo uma visão integrativa e biopsicossocial. Observa-se a partir dos dados que a realização de atividades motoras promove benefícios na melhora do humor, da qualidade do sono, na cognição, autoestima e nas relações sociais, impactando diretamente na prevenção e manejo de distúrbios psicopatológicos. Nesse sentido, faz-se importante individualizar o tratamento, estudando cada situação do indivíduo para prosseguir com a melhor recomendação. Conclusão: Assim, compreende-se que a atividade física possui vantagens em diferentes modalidades, intensidades e grupos populacionais que a praticam. Os efeitos ultrapassam o campo biológico auxiliando na inclusão e conexão social, a exemplo da amenização da depressão, redução da ansiedade e melhora da comunicação no TEA.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Title: OS IMPACTOS DA ATIVIDADE FÍSICA COMO POTENCIAL TERAPÊUTICO NOS TRANSTORNOS MENTAIS
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Introdução: Os transtornos mentais são síndromes que afetam a cognição, o emocional e o comportamento, ocasionando em muitos casos prejuízo nas interações sociais.
A atividade física, que é definida como qualquer movimento corporal voluntário, surge como uma estratégia de tratamento complementar eficaz com impactos na prevenção e redução de sintomas psicológicos e melhora da saúde mental.
Objetivo: Apresentar uma revisão integrativa da literatura sobre o impacto da atividade física nos transtornos mentais.
Metodologia: O presente trabalho é uma revisão de literatura dos últimos 5 anos, do período de 2021 a 2025.
Os descritores utilizados foram: atividade física, transtornos mentais, ansiedade, depressão, physical activity, mental health, mental disorders.
Realizou-se, ainda, um levantamento bibliográfico por meio de buscas eletrônicas nas seguintes bases de dados: Google Scholar; Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO), National Library of Medicine (PubMed), EbscoHost.
Resultados: O somatório de 20 estudos, organizados em um quadro, revelou a relevância da atividade física e seu mecanismo fisiológico na amenização de transtornos mentais, por intermédio da liberação de neurotransmissores, regulação de hormônios associados ao estresse, melhorando o bem-estar mental.
Discussão: Os achados evidenciam que a atividade física é um método eficaz na terapêutica de transtornos mentais, promovendo uma visão integrativa e biopsicossocial.
Observa-se a partir dos dados que a realização de atividades motoras promove benefícios na melhora do humor, da qualidade do sono, na cognição, autoestima e nas relações sociais, impactando diretamente na prevenção e manejo de distúrbios psicopatológicos.
Nesse sentido, faz-se importante individualizar o tratamento, estudando cada situação do indivíduo para prosseguir com a melhor recomendação.
Conclusão: Assim, compreende-se que a atividade física possui vantagens em diferentes modalidades, intensidades e grupos populacionais que a praticam.
Os efeitos ultrapassam o campo biológico auxiliando na inclusão e conexão social, a exemplo da amenização da depressão, redução da ansiedade e melhora da comunicação no TEA.
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