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PANC: Plantas Alimentícias não Convencionais no uso da Nutrição: Uma Abordagem Científica para a Diversificação Alimentar Sustentável
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O termo PANC foi cunhado para designar plantas que, embora comestíveis, são consideradas não convencionais em determinada região ou cultura. Esta definição é relativa e contextual, pois uma planta pode ser convencional em uma localidade e não convencional em outra. Por exemplo, a ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) é amplamente consumida em Minas Gerais, sendo considerada convencional nesta região, mas permanece como PANC na maioria dos outros estados brasileiros. As PANC podem ser classificadas em diferentes categorias de acordo com sua origem e status de domesticação: Plantas nativas: Espécies originárias do território brasileiro que evoluíram naturalmente em nossos ecossistemas. Exemplos incluem o cambuci (Campomanesia phaea), a pitanga (Eugenia uniflora) e o pequi (Caryocar brasiliense). Plantas naturalizadas: Espécies exóticas que se adaptaram tão bem ao ambiente brasileiro que se estabeleceram de forma espontânea. O caruru (Amaranthus viridis) e a beldroega (Portulaca oleracea) são exemplos clássicos. Plantas subespontâneas: Espécies que, uma vez cultivadas, podem se estabelecer naturalmente em ambientes alterados pelo homem, como a taioba (Xanthosoma sagittifolium) e o almeirão-roxo (Lactuca canadensis). A categorização das PANC também pode ser realizada segundo a parte da planta utilizada na alimentação. Encontramos espécies aproveitáveis integralmente, desde as raízes até os frutos e sementes, enquanto outras oferecem apenas partes específicas para consumo. Esta diversidade de aproveitamento representa uma oportunidade única para a diversificação alimentar e redução do desperdício.
Title: PANC: Plantas Alimentícias não Convencionais no uso da Nutrição: Uma Abordagem Científica para a Diversificação Alimentar Sustentável
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O termo PANC foi cunhado para designar plantas que, embora comestíveis, são consideradas não convencionais em determinada região ou cultura.
Esta definição é relativa e contextual, pois uma planta pode ser convencional em uma localidade e não convencional em outra.
Por exemplo, a ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata) é amplamente consumida em Minas Gerais, sendo considerada convencional nesta região, mas permanece como PANC na maioria dos outros estados brasileiros.
As PANC podem ser classificadas em diferentes categorias de acordo com sua origem e status de domesticação: Plantas nativas: Espécies originárias do território brasileiro que evoluíram naturalmente em nossos ecossistemas.
Exemplos incluem o cambuci (Campomanesia phaea), a pitanga (Eugenia uniflora) e o pequi (Caryocar brasiliense).
Plantas naturalizadas: Espécies exóticas que se adaptaram tão bem ao ambiente brasileiro que se estabeleceram de forma espontânea.
O caruru (Amaranthus viridis) e a beldroega (Portulaca oleracea) são exemplos clássicos.
Plantas subespontâneas: Espécies que, uma vez cultivadas, podem se estabelecer naturalmente em ambientes alterados pelo homem, como a taioba (Xanthosoma sagittifolium) e o almeirão-roxo (Lactuca canadensis).
A categorização das PANC também pode ser realizada segundo a parte da planta utilizada na alimentação.
Encontramos espécies aproveitáveis integralmente, desde as raízes até os frutos e sementes, enquanto outras oferecem apenas partes específicas para consumo.
Esta diversidade de aproveitamento representa uma oportunidade única para a diversificação alimentar e redução do desperdício.
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