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COMPARTIMENTAÇÃO GEOAMBIENTAL DOS PLANALTOS RESIDUAIS DO EXTREMO OESTE POTIGUAR
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A paisagem e o meio físico podem ser visualizados como um conjunto de resultados de várias alterações físicas, biológicas e antrópicas que aconteceram em outras eras. Deste modo, esta pesquisa teve o objetivo de realizar a compartimentação Geoambiental dos Planaltos Residuais do Extremo Oeste Potiguar a partir de uma análise sistêmica, pois esta área tem uma significativa importância para o interior do estado Rio Grande do Norte, apresentando a maior elevação altimétrica do estado. Para tanto, o presente estudo fundamenta-se em autores como Bertrand (1972), Sotchava (1997), Christofoletti (1999), além de outros que aplicaram a Teoria Geossistêmica, como Rodriguez (2007) e Medeiros (2016). Para a elaboração dos produtos cartográficos, utilizou-se o Software QGIS Lyon 2.14com shapefileda CPRM (2010) e dados do IBGE (2018) e do Projeto TOPODATA, os quais foram processados e recortados para área de estudo na escala na escala 1:350.000. Nas observações de campo, a metodologia utilizada foi a de Cavalcanti (2014), através do levantamento de 83 pontos amostrais distribuídos na área de estudo. A área estudada contém três Unidades Geoambientais: Alinhamentos Serranos e Maciços, Chapadas e Platôs e Superfície Aplainadas Retocadas. Espera-se que essa pesquisa subsidie futuros planejamentos ambientais e urbanos.
Title: COMPARTIMENTAÇÃO GEOAMBIENTAL DOS PLANALTOS RESIDUAIS DO EXTREMO OESTE POTIGUAR
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A paisagem e o meio físico podem ser visualizados como um conjunto de resultados de várias alterações físicas, biológicas e antrópicas que aconteceram em outras eras.
Deste modo, esta pesquisa teve o objetivo de realizar a compartimentação Geoambiental dos Planaltos Residuais do Extremo Oeste Potiguar a partir de uma análise sistêmica, pois esta área tem uma significativa importância para o interior do estado Rio Grande do Norte, apresentando a maior elevação altimétrica do estado.
Para tanto, o presente estudo fundamenta-se em autores como Bertrand (1972), Sotchava (1997), Christofoletti (1999), além de outros que aplicaram a Teoria Geossistêmica, como Rodriguez (2007) e Medeiros (2016).
Para a elaboração dos produtos cartográficos, utilizou-se o Software QGIS Lyon 2.
14com shapefileda CPRM (2010) e dados do IBGE (2018) e do Projeto TOPODATA, os quais foram processados e recortados para área de estudo na escala na escala 1:350.
000.
Nas observações de campo, a metodologia utilizada foi a de Cavalcanti (2014), através do levantamento de 83 pontos amostrais distribuídos na área de estudo.
A área estudada contém três Unidades Geoambientais: Alinhamentos Serranos e Maciços, Chapadas e Platôs e Superfície Aplainadas Retocadas.
Espera-se que essa pesquisa subsidie futuros planejamentos ambientais e urbanos.
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