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Avaliação da correlação entre maturação esquelética e maturação dentária em crianças brasileiras

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Avaliar se existe correlação entre maturação esquelética e maturação dentária em crianças brasileiras. Material e métodos: A amostra foi composta por 37 documentações ortodônticas de pacientes que iniciaram o tratamento ortodôntico para correção da maloclusão classe II na Universidade Positivo. Incluíram-se no estudo documentações de pacientes com idade variando de 10 a 16 anos e de ambos os sexos. Excluíram-se documentações de pacientes com alterações sistêmicas, histórico de traumatismos na região da face, fissuras labiopalatinas e agenesias dentárias. O método de avaliação da maturação mão-punho e o método de avaliação da maturação vertebral cervical serviram para análise da maturação esquelética. Os métodos de avaliação dos estágios de desenvolvimento dentário de Demirjian e Hofmann foram utilizados para avaliação da maturação dentária e o coeficiente de correlação de Pearson, para determinar a força de correlação entre as variáveis. O nível de significância usado foi de 5%. Resultados: A idade cronológica demonstrou correlação moderada com o método de avaliação da maturação esquelética de mão-punho, o método de avaliação da maturação esquelética vertebral cervical e a maturação dentária (r = 0,525, p = 0,003; r = 0,450, p = 0,014; r = 0,564, p = 0,004 e r = 0,436, p = 0,011, respectivamente). O método de avaliação da maturação mão-punho evidenciou correlação forte com o método de avaliação da maturação vertebral cervical (r = 0,864, p<0,0001) e correlação moderada com a maturação dentária de Demirjian (r = 0,551, p = 0,002). O método de Demirjian demonstrou correlação moderada com o método de Hofmann (r = 0,410, p = 0,046). Conclusão: Existe apenas uma correlação moderada entre maturação esquelética e maturação dentária.>
Title: Avaliação da correlação entre maturação esquelética e maturação dentária em crianças brasileiras
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Avaliar se existe correlação entre maturação esquelética e maturação dentária em crianças brasileiras.
Material e métodos: A amostra foi composta por 37 documentações ortodônticas de pacientes que iniciaram o tratamento ortodôntico para correção da maloclusão classe II na Universidade Positivo.
Incluíram-se no estudo documentações de pacientes com idade variando de 10 a 16 anos e de ambos os sexos.
Excluíram-se documentações de pacientes com alterações sistêmicas, histórico de traumatismos na região da face, fissuras labiopalatinas e agenesias dentárias.
O método de avaliação da maturação mão-punho e o método de avaliação da maturação vertebral cervical serviram para análise da maturação esquelética.
Os métodos de avaliação dos estágios de desenvolvimento dentário de Demirjian e Hofmann foram utilizados para avaliação da maturação dentária e o coeficiente de correlação de Pearson, para determinar a força de correlação entre as variáveis.
O nível de significância usado foi de 5%.
Resultados: A idade cronológica demonstrou correlação moderada com o método de avaliação da maturação esquelética de mão-punho, o método de avaliação da maturação esquelética vertebral cervical e a maturação dentária (r = 0,525, p = 0,003; r = 0,450, p = 0,014; r = 0,564, p = 0,004 e r = 0,436, p = 0,011, respectivamente).
O método de avaliação da maturação mão-punho evidenciou correlação forte com o método de avaliação da maturação vertebral cervical (r = 0,864, p<0,0001) e correlação moderada com a maturação dentária de Demirjian (r = 0,551, p = 0,002).
O método de Demirjian demonstrou correlação moderada com o método de Hofmann (r = 0,410, p = 0,046).
Conclusão: Existe apenas uma correlação moderada entre maturação esquelética e maturação dentária.
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