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Alcalóides de Erythrina velutina Willd: Caracterização por cromatografia gasosa e líquida acoplada a espectrometria de massas.
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O gênero Erythrina apresenta cerca de 110 espécies, das quais 70 são nativas das Américas com disseminação principalmente nas regiões tropicais e subtropicais. Este gênero pertence à família Fabaceae. A espécie estudada Erythrina velutina popularmente conhecida como suína, mulungu, canivete, corticeira, eritrina-mulungu e bico-de-papagaio. Encontra-se distribuída no Brasil do Nordeste até Minas Gerais. Na medicina popular é utilizada como calmante e para outras desordens no sistema nervoso central como insônia e depressão. Espécies do gênero são muito importantes na indústria farmacêutica para produção de fitoterápicos ansiolíticos. Os marcadores químicos do gênero Erythrina são os alcalóides eritrínicos, a estes é atribuída a atividade ansiolítica. Diante disto, este trabalho objetiva contribuir com a ampliação do conhecimento químico do gênero, por meio da caracterização de alcaloides das cascas do caule de Erythrina velutina Willd. por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas e cromatografia líquida acoplada a espectrometria de massas. Para a realização do estudo o material vegetal seco e triturado foi submetido a extração por maceração com etanol 95% e concentrado em evaporador rotativo, posteriormente por meio de extração ácido-base foi obtido a fração de alcalóides totais e em seguida a mesma foi analisada por espectrometria de massas com ionização por elétrons e espectrometria de massas com ionização por eletrospray. Com os resultados foi possível observar a presença de alcalóides eritrínicos no extrato etanólico das cascas do caule da espécie em estudo, sendo eles: erisodina ou erisovina, eritrascina, eritralina, eritraditina ou seu epímero, erimelantina, erisotina ou erisosalvina, Hidroxierisosalvina/hidroxierisotina, eritratina, erisotrina, eritrinina, eritroculina e eritratina N- óxido. Com exceção de eritralina, erisotrina, erisodina, eritratina e erisovina as demais substâncias são relatadas pela primeira vez para Erythrina velutina.
Title: Alcalóides de Erythrina velutina Willd: Caracterização por cromatografia gasosa e líquida acoplada a espectrometria de massas.
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O gênero Erythrina apresenta cerca de 110 espécies, das quais 70 são nativas das Américas com disseminação principalmente nas regiões tropicais e subtropicais.
Este gênero pertence à família Fabaceae.
A espécie estudada Erythrina velutina popularmente conhecida como suína, mulungu, canivete, corticeira, eritrina-mulungu e bico-de-papagaio.
Encontra-se distribuída no Brasil do Nordeste até Minas Gerais.
Na medicina popular é utilizada como calmante e para outras desordens no sistema nervoso central como insônia e depressão.
Espécies do gênero são muito importantes na indústria farmacêutica para produção de fitoterápicos ansiolíticos.
Os marcadores químicos do gênero Erythrina são os alcalóides eritrínicos, a estes é atribuída a atividade ansiolítica.
Diante disto, este trabalho objetiva contribuir com a ampliação do conhecimento químico do gênero, por meio da caracterização de alcaloides das cascas do caule de Erythrina velutina Willd.
por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas e cromatografia líquida acoplada a espectrometria de massas.
Para a realização do estudo o material vegetal seco e triturado foi submetido a extração por maceração com etanol 95% e concentrado em evaporador rotativo, posteriormente por meio de extração ácido-base foi obtido a fração de alcalóides totais e em seguida a mesma foi analisada por espectrometria de massas com ionização por elétrons e espectrometria de massas com ionização por eletrospray.
Com os resultados foi possível observar a presença de alcalóides eritrínicos no extrato etanólico das cascas do caule da espécie em estudo, sendo eles: erisodina ou erisovina, eritrascina, eritralina, eritraditina ou seu epímero, erimelantina, erisotina ou erisosalvina, Hidroxierisosalvina/hidroxierisotina, eritratina, erisotrina, eritrinina, eritroculina e eritratina N- óxido.
Com exceção de eritralina, erisotrina, erisodina, eritratina e erisovina as demais substâncias são relatadas pela primeira vez para Erythrina velutina.
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