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Tecnologias analítica e de produção vegetal de Erythrina velutina Willd.

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A espécie Erythrina velutina Willd., também conhecido no Semiárido do Brasil, como mulungu, é uma árvore de ampla resistência à seca, proporcionando rusticidade e rápido crescimento, largamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com grande distribuição na região. Possui características químicas e farmacológicas para a produção de fitoterápicos. O objetivo da pesquisa é aprimorar técnicas termoanalíticas de produção vegetal da espécie Erythrina velutina Willd. como forma de maximizar o conhecimento da potencialização farmacológica da matéria-prima vegetal na região Semiárida brasileira. Foram selecionados cinco matrizes de E. velutina, na região do Cariri Ocidental no município de Serra Branca, localizado na Paraíba, Brasil. Foram feitas triagens do material coletado e, em seguida, foram feitas análises morfológicas das sementes. Iniciando com a biometria, foram selecionados 100 sementes de cada matriz, onde verificou-se os parâmetros de comprimento, largura e massa fresca de cada semente. Na caracterização biológica, foram realizadas análises de emergência, a fim de obter melhores resultados com tratamentos pré-germinativos. Para a implementação da produção vegetal, foi semeada 96 sementes de cada matriz em baldes, observando a emergência das plântulas, a fim de caracteriza-las desde a emergência, desenvolvimento e retirada, em períodos pré-definidos. As análises físico-químicas foram organizadas em análises convencionais, umidade e cinzas, e também em análises termoanalíticas, TG e DTA, em granulometrias diferenciadas, a fim de avaliar parâmetros cinéticos e parâmetros térmicos. Para os resultados biométricos das sementes obtiveram-se médias do parâmetros de comprimento, diâmetro e massa para cada matriz. Na produção vegetal, analisando os dados de emergência das plântulas, houve significativa diferença entre as matrizes, variando entre 70,8% e 34,4%. Sendo assim, a matriz 2 e a matriz 4 apresentaram índice de emergência iguais, 70,8%. Tratando-se da mortalidade, as plântulas obtiveram baixos teores de mortalidade, somente na matriz 1 (2,1%) e na matriz 2 (10,4%), esses índices foram registrados. Nas medidas das plântulas em 30, 60, 90 e 120 dias, obteve-se valores médios de comprimento entre 38,09 cm e 57,8 cm e diâmetro do caule entre 16,13 mm e 19,39 mm. As sementes apresentaram singularidade no teor de umidade entre as matrizes da espécie, apresentando perda de umidade percentuais entre 4,27% à 5,24%. Da mesma forma ocorreu para a determinação do teor de cinzas, com valor percentual entre 26,7% até 43,2%. As curvas DTA por GT mostraram três eventos exotérmicos com média de temperatura entre 467,61°C, As curvas TG presentaram, na atmosfera inerte e oxidativa, cinco eventos de degradação de massa, onde a principal etapa de degradação foi observada no terceiro evento, apresentando respectivas temperatura e a perda de massa que variaram entre 213,26 – 378.46ºC e 34,14 – 40,17% atmosfera inerte, e 252,87 – 466,98ºC e 20,28 – 22,73% oxidativa, para todos as razões. e a entalpia com média de 535,79 kJ/g. Já as curvas de DTA por GP apresentaram variações na quantidade de picos, mostraram dois ou três eventos com característica também exotérmica. Sendo assim, pode-se concluir que a matriz 3 apresentou maior número de sementes germinadas, consequentemente, apresentou as maiores medidas de crescimento em 30 e 120 dias. Na retirada de algumas plântulas a maior massa fresca aconteceu para a matriz 3. Na análise Térmica Diferencial (DTA) a matriz 3 apresentou maior entalpia.
Universidade Federal de Campina Grande - CDSA
Title: Tecnologias analítica e de produção vegetal de Erythrina velutina Willd.
Description:
A espécie Erythrina velutina Willd.
, também conhecido no Semiárido do Brasil, como mulungu, é uma árvore de ampla resistência à seca, proporcionando rusticidade e rápido crescimento, largamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com grande distribuição na região.
Possui características químicas e farmacológicas para a produção de fitoterápicos.
O objetivo da pesquisa é aprimorar técnicas termoanalíticas de produção vegetal da espécie Erythrina velutina Willd.
como forma de maximizar o conhecimento da potencialização farmacológica da matéria-prima vegetal na região Semiárida brasileira.
Foram selecionados cinco matrizes de E.
velutina, na região do Cariri Ocidental no município de Serra Branca, localizado na Paraíba, Brasil.
Foram feitas triagens do material coletado e, em seguida, foram feitas análises morfológicas das sementes.
Iniciando com a biometria, foram selecionados 100 sementes de cada matriz, onde verificou-se os parâmetros de comprimento, largura e massa fresca de cada semente.
Na caracterização biológica, foram realizadas análises de emergência, a fim de obter melhores resultados com tratamentos pré-germinativos.
Para a implementação da produção vegetal, foi semeada 96 sementes de cada matriz em baldes, observando a emergência das plântulas, a fim de caracteriza-las desde a emergência, desenvolvimento e retirada, em períodos pré-definidos.
As análises físico-químicas foram organizadas em análises convencionais, umidade e cinzas, e também em análises termoanalíticas, TG e DTA, em granulometrias diferenciadas, a fim de avaliar parâmetros cinéticos e parâmetros térmicos.
Para os resultados biométricos das sementes obtiveram-se médias do parâmetros de comprimento, diâmetro e massa para cada matriz.
Na produção vegetal, analisando os dados de emergência das plântulas, houve significativa diferença entre as matrizes, variando entre 70,8% e 34,4%.
Sendo assim, a matriz 2 e a matriz 4 apresentaram índice de emergência iguais, 70,8%.
Tratando-se da mortalidade, as plântulas obtiveram baixos teores de mortalidade, somente na matriz 1 (2,1%) e na matriz 2 (10,4%), esses índices foram registrados.
Nas medidas das plântulas em 30, 60, 90 e 120 dias, obteve-se valores médios de comprimento entre 38,09 cm e 57,8 cm e diâmetro do caule entre 16,13 mm e 19,39 mm.
As sementes apresentaram singularidade no teor de umidade entre as matrizes da espécie, apresentando perda de umidade percentuais entre 4,27% à 5,24%.
Da mesma forma ocorreu para a determinação do teor de cinzas, com valor percentual entre 26,7% até 43,2%.
As curvas DTA por GT mostraram três eventos exotérmicos com média de temperatura entre 467,61°C, As curvas TG presentaram, na atmosfera inerte e oxidativa, cinco eventos de degradação de massa, onde a principal etapa de degradação foi observada no terceiro evento, apresentando respectivas temperatura e a perda de massa que variaram entre 213,26 – 378.
46ºC e 34,14 – 40,17% atmosfera inerte, e 252,87 – 466,98ºC e 20,28 – 22,73% oxidativa, para todos as razões.
e a entalpia com média de 535,79 kJ/g.
Já as curvas de DTA por GP apresentaram variações na quantidade de picos, mostraram dois ou três eventos com característica também exotérmica.
Sendo assim, pode-se concluir que a matriz 3 apresentou maior número de sementes germinadas, consequentemente, apresentou as maiores medidas de crescimento em 30 e 120 dias.
Na retirada de algumas plântulas a maior massa fresca aconteceu para a matriz 3.
Na análise Térmica Diferencial (DTA) a matriz 3 apresentou maior entalpia.

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