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Hipertensão arterial sistêmica como importante fator de risco de acidente vascular encefálico (AVE) - Revisão de literatura.

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Introdução: A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença do tipo crônica, por vezes assintomática, caracterizada pelo aumento sustentado dos níveis pressóricos e com potenciais implicações para diversos órgãos e sistemas, quando não tratada adequadamente. Fatores de risco modificáveis (estresse, sedentarismo, obesidade, tabagismo e etilismo) e não modificáveis (história familiar, idade, sexo e étnia) contribuem para seu surgimento. Classifica-se a HAS como pressão arterial sistólica (PAS) ≥ 140 mmHg e diastólica (PAD) ≥ 90 mmHg em pelo menos duas tomadas distintas. No caso de HAS descompensada e sem acompanhamento médico, há elevado risco de injúria cerebral, sendo importante fator de risco a ocorrência de acidente vascular encefálico (AVE), que compreende o comprometimento abrupto da perfusão de determinada região encefálica, ocasionando isquemia desta região e levando ao comprometimento progressivo de sua função, podendo, inclusive, levar a óbito, caso ausente uma intervenção oportuna. Embora se tenha avanços em relação à terapêutica para o tratamento da HAS, isso não é sinônimo de controle, pois a falta de adesão ao tratamento e resistência na mudança dos hábitos de vida ainda são barreiras no controle da HAS. Objetivos: Analisar a correlação entre acidente cerebrovascular e hipertensão arterial sistêmica. Métodos: Foi feita uma busca qualitativa nas plataformas Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), no intuito de buscar artigos no idioma portugues e inglês, bem avaliados, com os descritores acidente cerebrovascular, fator de risco e hipertensão arterial sistêmica para realizar a revisão de literatura. O eixo temático é a clínica médica. Resultados: Foram selecionados 4 artigos para realização do trabalho e, a partir destes, percebeu-se que a HAS quando controlada reduz muito as taxas de incidência de AVE. Estudos mostraram uma prevalência de cerca de 97% de HAS em casos de AVE, evidenciando a HAS como principal fator de risco modificável para doenças cerebrovasculares (DCV), sendo fatores como idade (>65 anos), sedentarismo, tabagismo, comorbidades e doenças associadas (diabetes mellitus) importantes na associação entre HAS e EVE. Apesar dos avanços referentes ao tratamento mais atual de AVE, a sua prevenção é prioritária, tornando o controle da pressão arterial (PA) fundamental, pois o comprometimento é precoce e progressivo e, quanto maior o tempo de exposição à hipertensão arterial (HA), maiores os riscos, pois há evidências que sugerem a associação de declínio cognitivo em pacientes hipertensos com doença cardiovascular em comparação a indivíduos saudáveis. O cérebro é, em geral, o órgão que sofre mais precocemente e mais intensamente as consequências da HA e esta é, normalmente, mais lesiva ao cérebro do que a outros órgãos. Conclusão: A partir disso, podese perceber que o controle da pressão arterial é um item fundamental e prioritário na prevenção primária ou secundária dos AVEs e deve ser feito de modo exaustivo e contínuo, pois é uma das principais causas de óbito no Brasil e no mundo, atualmente. Além disso, percebe-se elevada incidência deste fator associado a outros fatores de risco e comorbidades que corroboram na prevalência de doenças cerebrovasculares na população. Resumo - sem apresentação. PALAVRAS-CHAVE: acidente Cerebrovascular, fator de risco, hipertensão arterial sistêmica
Title: Hipertensão arterial sistêmica como importante fator de risco de acidente vascular encefálico (AVE) - Revisão de literatura.
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Introdução: A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença do tipo crônica, por vezes assintomática, caracterizada pelo aumento sustentado dos níveis pressóricos e com potenciais implicações para diversos órgãos e sistemas, quando não tratada adequadamente.
Fatores de risco modificáveis (estresse, sedentarismo, obesidade, tabagismo e etilismo) e não modificáveis (história familiar, idade, sexo e étnia) contribuem para seu surgimento.
Classifica-se a HAS como pressão arterial sistólica (PAS) ≥ 140 mmHg e diastólica (PAD) ≥ 90 mmHg em pelo menos duas tomadas distintas.
No caso de HAS descompensada e sem acompanhamento médico, há elevado risco de injúria cerebral, sendo importante fator de risco a ocorrência de acidente vascular encefálico (AVE), que compreende o comprometimento abrupto da perfusão de determinada região encefálica, ocasionando isquemia desta região e levando ao comprometimento progressivo de sua função, podendo, inclusive, levar a óbito, caso ausente uma intervenção oportuna.
Embora se tenha avanços em relação à terapêutica para o tratamento da HAS, isso não é sinônimo de controle, pois a falta de adesão ao tratamento e resistência na mudança dos hábitos de vida ainda são barreiras no controle da HAS.
Objetivos: Analisar a correlação entre acidente cerebrovascular e hipertensão arterial sistêmica.
Métodos: Foi feita uma busca qualitativa nas plataformas Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), no intuito de buscar artigos no idioma portugues e inglês, bem avaliados, com os descritores acidente cerebrovascular, fator de risco e hipertensão arterial sistêmica para realizar a revisão de literatura.
O eixo temático é a clínica médica.
Resultados: Foram selecionados 4 artigos para realização do trabalho e, a partir destes, percebeu-se que a HAS quando controlada reduz muito as taxas de incidência de AVE.
Estudos mostraram uma prevalência de cerca de 97% de HAS em casos de AVE, evidenciando a HAS como principal fator de risco modificável para doenças cerebrovasculares (DCV), sendo fatores como idade (>65 anos), sedentarismo, tabagismo, comorbidades e doenças associadas (diabetes mellitus) importantes na associação entre HAS e EVE.
Apesar dos avanços referentes ao tratamento mais atual de AVE, a sua prevenção é prioritária, tornando o controle da pressão arterial (PA) fundamental, pois o comprometimento é precoce e progressivo e, quanto maior o tempo de exposição à hipertensão arterial (HA), maiores os riscos, pois há evidências que sugerem a associação de declínio cognitivo em pacientes hipertensos com doença cardiovascular em comparação a indivíduos saudáveis.
O cérebro é, em geral, o órgão que sofre mais precocemente e mais intensamente as consequências da HA e esta é, normalmente, mais lesiva ao cérebro do que a outros órgãos.
Conclusão: A partir disso, podese perceber que o controle da pressão arterial é um item fundamental e prioritário na prevenção primária ou secundária dos AVEs e deve ser feito de modo exaustivo e contínuo, pois é uma das principais causas de óbito no Brasil e no mundo, atualmente.
Além disso, percebe-se elevada incidência deste fator associado a outros fatores de risco e comorbidades que corroboram na prevalência de doenças cerebrovasculares na população.
Resumo - sem apresentação.
PALAVRAS-CHAVE: acidente Cerebrovascular, fator de risco, hipertensão arterial sistêmica.

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