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Efeitos do Treinamento Resistido na Qualidade de Vida de um Indivíduo com Doença de Parkinson
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Introdução: A Doença de Parkinson (DP), também denominada de paralisia agitante ou parkinsionismo idiopático é uma doença crônica e degenerativa do sistema nervoso central. Objetivo: Identificar o efeito do treinamento resistido em um paciente com DP e avaliar as possíveis melhorias em sua qualidade de vida. Método: O treinamento foi composto por exercícios resistidos aplicados durante cinco meses em um paciente de 75 anos diagnosticado com DP. A frequência do treinamento foi de três vezes por semana, alternando entre membros inferiores e membros superiores. Antes de iniciar o treinamento, foi aplicado o questionário International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e a escala Hoehn e Yahr. Para avaliar a intervenção foi utilizado o teste do Grupo Latino-Americano para a Maturidade (GDLAM) e a massa corporal nas condições pré e pós intervenção. Os dados coletados foram reportados de forma direta nos resultados. Resultados: O IPAQ classificou o paciente como ativo; a escala Hoehn e Yahr, foi classificado no estágio 2,5 que representa implicação bilateral leve sem déficit de equilíbrio; o teste GDLAM e a massa corporal se apresentaram com os respectivos valores de 27,46 e 73,6 kg pré-intervenção e 21,58 e 75,8 kg pós intervenção. Conclusões: O treinamento resistido pode estar associado a melhorias na funcionalidade e na qualidade de vida do paciente. O aumento da massa corporal pode estar associado a um ganho muscular, que reflete no ganho funcional nas atividades diárias. Mais estudos são necessários com essa população para validar os achados.
Title: Efeitos do Treinamento Resistido na Qualidade de Vida de um Indivíduo com Doença de Parkinson
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Introdução: A Doença de Parkinson (DP), também denominada de paralisia agitante ou parkinsionismo idiopático é uma doença crônica e degenerativa do sistema nervoso central.
Objetivo: Identificar o efeito do treinamento resistido em um paciente com DP e avaliar as possíveis melhorias em sua qualidade de vida.
Método: O treinamento foi composto por exercícios resistidos aplicados durante cinco meses em um paciente de 75 anos diagnosticado com DP.
A frequência do treinamento foi de três vezes por semana, alternando entre membros inferiores e membros superiores.
Antes de iniciar o treinamento, foi aplicado o questionário International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) e a escala Hoehn e Yahr.
Para avaliar a intervenção foi utilizado o teste do Grupo Latino-Americano para a Maturidade (GDLAM) e a massa corporal nas condições pré e pós intervenção.
Os dados coletados foram reportados de forma direta nos resultados.
Resultados: O IPAQ classificou o paciente como ativo; a escala Hoehn e Yahr, foi classificado no estágio 2,5 que representa implicação bilateral leve sem déficit de equilíbrio; o teste GDLAM e a massa corporal se apresentaram com os respectivos valores de 27,46 e 73,6 kg pré-intervenção e 21,58 e 75,8 kg pós intervenção.
Conclusões: O treinamento resistido pode estar associado a melhorias na funcionalidade e na qualidade de vida do paciente.
O aumento da massa corporal pode estar associado a um ganho muscular, que reflete no ganho funcional nas atividades diárias.
Mais estudos são necessários com essa população para validar os achados.
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