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Qualidade de vida, autoestima e medo de cair em idosos submetidos ao treinamento de força

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Os efeitos deletérios do envelhecimento afetam a autonomia funcional, aptidão física e qualidade de vida. A redução da massa magra, força muscular e tempo de reação pode comprometer a marcha e o equilíbrio, intensificar o risco de quedas e diminuir a autoestima. O treinamento de força parece ser um aliado para reduzir esses danos. O objetivo deste estudo foi analisar as associações entre qualidade de vida, autoestima e medo de cair em idosos submetidos ao treinamento de força. Este estudo descritivo, quantitativo e correlacional de corte transversal analisou 38 indivíduos de 60 a 93 anos que praticavam o treinamento resistido regularmente, sendo 28 mulheres e 10 homens. Os instrumentos empregados para a avaliação foram "WHOQOL-Old", "Escala de Autoestima de Rosenberg" (RSES) e "FES-I Brasil". O teste de correlação de Spearman mostrou correlação positiva entre Qualidade de vida geral (QVG) e autoestima (rho= 0,682; p< 0,001) e correlação negativa entre QVG e medo de cair (rho= -0,372; p=0,022). Não foram encontradas correlações entre autoestima e medo de cair. As pessoas idosas praticantes do treinamento de força que apresentaram maiores níveis de qualidade de vida apontaram maior autoestima e menor medo de cair.
Title: Qualidade de vida, autoestima e medo de cair em idosos submetidos ao treinamento de força
Description:
Os efeitos deletérios do envelhecimento afetam a autonomia funcional, aptidão física e qualidade de vida.
A redução da massa magra, força muscular e tempo de reação pode comprometer a marcha e o equilíbrio, intensificar o risco de quedas e diminuir a autoestima.
O treinamento de força parece ser um aliado para reduzir esses danos.
O objetivo deste estudo foi analisar as associações entre qualidade de vida, autoestima e medo de cair em idosos submetidos ao treinamento de força.
Este estudo descritivo, quantitativo e correlacional de corte transversal analisou 38 indivíduos de 60 a 93 anos que praticavam o treinamento resistido regularmente, sendo 28 mulheres e 10 homens.
Os instrumentos empregados para a avaliação foram "WHOQOL-Old", "Escala de Autoestima de Rosenberg" (RSES) e "FES-I Brasil".
O teste de correlação de Spearman mostrou correlação positiva entre Qualidade de vida geral (QVG) e autoestima (rho= 0,682; p< 0,001) e correlação negativa entre QVG e medo de cair (rho= -0,372; p=0,022).
Não foram encontradas correlações entre autoestima e medo de cair.
As pessoas idosas praticantes do treinamento de força que apresentaram maiores níveis de qualidade de vida apontaram maior autoestima e menor medo de cair.

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