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PARADIGMA DO ARQUÉTIPO DE JUNG
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Eloisa M. D. Penna (2005) representando a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica e a Associação Brasileira de Psicoterapia apresentou um trabalho intitulado O PARADIGMA JUNGUIANO NO CONTEXTO DA METODOLOGIA QUALITATIVA DE PESQUISA onde ela disserta sobre um método que possa convencer a ciência ou, no mínimo propor uma aceitação cientificista dos conceitos da Psicologia Analítica de C. G. Jung. O presente artigo tem como objetivo dialogar com este trabalho de Penna (2005) sobre os paradigmas que ela estabelece, a saber: perspectiva ontológica, possibilidade de conhecimento e, finalmente, a apreensão e compreensão dos fenômenos para recortar ao final o arquétipo de Jung que é apresentado por Penna (2005) como uma virtualização da realidade que passa a ser real ao indivíduo que devolverá essa realidade a sociedade e, com isso, formar-se-á uma realidade social arquéptica. Nesta viagem a apreenssão da realidade empírica do meio social é compreendida pelo indivíduo da forma que a suas pulsões inconscientes pulssionarem a sua aceitação consciente sem crise moral alguma, pois o método em questão anulou o superego do indivíduo para devolver ao meio o que ele idealizou como real e estabelecer no social a tal realidade arquetípica composta por arquétipos similares de outros indivíduos também pulssionados; similares, pois, igualdade não é realidade no campo ideológico. Finalmente, estabelecer-se-á uma metafísica de costume kantiana que Penna (2005) reconfigura logo no início de seu trabalho para adequá-la à validação de sua hipótese principal ao final.
Title: PARADIGMA DO ARQUÉTIPO DE JUNG
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Eloisa M.
D.
Penna (2005) representando a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica e a Associação Brasileira de Psicoterapia apresentou um trabalho intitulado O PARADIGMA JUNGUIANO NO CONTEXTO DA METODOLOGIA QUALITATIVA DE PESQUISA onde ela disserta sobre um método que possa convencer a ciência ou, no mínimo propor uma aceitação cientificista dos conceitos da Psicologia Analítica de C.
G.
Jung.
O presente artigo tem como objetivo dialogar com este trabalho de Penna (2005) sobre os paradigmas que ela estabelece, a saber: perspectiva ontológica, possibilidade de conhecimento e, finalmente, a apreensão e compreensão dos fenômenos para recortar ao final o arquétipo de Jung que é apresentado por Penna (2005) como uma virtualização da realidade que passa a ser real ao indivíduo que devolverá essa realidade a sociedade e, com isso, formar-se-á uma realidade social arquéptica.
Nesta viagem a apreenssão da realidade empírica do meio social é compreendida pelo indivíduo da forma que a suas pulsões inconscientes pulssionarem a sua aceitação consciente sem crise moral alguma, pois o método em questão anulou o superego do indivíduo para devolver ao meio o que ele idealizou como real e estabelecer no social a tal realidade arquetípica composta por arquétipos similares de outros indivíduos também pulssionados; similares, pois, igualdade não é realidade no campo ideológico.
Finalmente, estabelecer-se-á uma metafísica de costume kantiana que Penna (2005) reconfigura logo no início de seu trabalho para adequá-la à validação de sua hipótese principal ao final.
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