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AS CHUVAS NA REGIÃO AGRESTE DO NORDESTE BRASILEIRO: VARIABILIDADE INTERANUAL
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Este trabalho tem o objetivo de analisar a variabilidade interanual das chuvas em estações climatológicas da região Agreste do Nordeste Brasileiro, por meio da proposta de classificação dos anos-padrão. Foram utilizados dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio Grande do Norte (EMPARN), da Agência Executiva de Águas do Estado da Paraíba (AESA), da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) e da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado de Alagoas (SEMARH). Constatou-se que os períodos chuvosos coincidem entre as estações estudadas e que as variações registradas na precipitação ocorrem de acordo com as diferenças hipsométricas entre as localidades. Com relação à variabilidade interanual das chuvas, verificou-se que o período entre 2005 e 2011 apresentou maior quantidade de períodos nas categorias Chuvoso e Muito Chuvoso, enquanto que, no período entre 2012 e 2017 destacaram-se os períodos classificados como Seco e Muito Seco. O ano mais chuvoso foi 2011 (seis das sete estações enquadradas na categoria Muito Chuvoso), enquanto que o ano mais seco foi 2012 (seis das sete estações enquadradas na categoria Muito Seco). O ano mais próximo à normalidade pluviométrica foi 2013 (cinco das sete estações enquadradas na categoria Normal). Conclui-se que esta classificação interanual pode subsidiar estudos regionais com foco no Ritmo Climático, fator essencial para a compreensão da dinâmica climática da região Agreste do Nordeste Brasileiro.
Universidade Federal do Piaui
Title: AS CHUVAS NA REGIÃO AGRESTE DO NORDESTE BRASILEIRO: VARIABILIDADE INTERANUAL
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Este trabalho tem o objetivo de analisar a variabilidade interanual das chuvas em estações climatológicas da região Agreste do Nordeste Brasileiro, por meio da proposta de classificação dos anos-padrão.
Foram utilizados dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio Grande do Norte (EMPARN), da Agência Executiva de Águas do Estado da Paraíba (AESA), da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) e da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado de Alagoas (SEMARH).
Constatou-se que os períodos chuvosos coincidem entre as estações estudadas e que as variações registradas na precipitação ocorrem de acordo com as diferenças hipsométricas entre as localidades.
Com relação à variabilidade interanual das chuvas, verificou-se que o período entre 2005 e 2011 apresentou maior quantidade de períodos nas categorias Chuvoso e Muito Chuvoso, enquanto que, no período entre 2012 e 2017 destacaram-se os períodos classificados como Seco e Muito Seco.
O ano mais chuvoso foi 2011 (seis das sete estações enquadradas na categoria Muito Chuvoso), enquanto que o ano mais seco foi 2012 (seis das sete estações enquadradas na categoria Muito Seco).
O ano mais próximo à normalidade pluviométrica foi 2013 (cinco das sete estações enquadradas na categoria Normal).
Conclui-se que esta classificação interanual pode subsidiar estudos regionais com foco no Ritmo Climático, fator essencial para a compreensão da dinâmica climática da região Agreste do Nordeste Brasileiro.
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