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O padrão da atividade física de brasileiros com osteoporose
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Introdução: A osteogênese pode ser estimulada pela ação resultante de práticas diferenciadas de atividade física. Objetivo: Descreveu o padrão da atividade física (AF) no lazer e no deslocamento ativo de brasileiros adultos com osteoporose. Método: Dados transversais foram obtidos do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas não Transmissíveis de 2008, envolvendo 52.614 adultos com 18 anos ou mais de idade, residentes nas capitais brasileiras e no Distrito Federal e entrevistados por inquérito telefônico. Resultados: As mulheres portadoras de osteoporose foram significativamente mais inativas (64,3%; IC95%: 62,8 – 66,9) do que os homens (53,8%; IC95%: 50,6 – 56,4). No conjunto da amostra, (24,8%; IC95%: 21,4 – 28,1) realizaram AF em quantidade suficiente para a promoção da saúde geral. A caminhada foi o principal exercício relatado (67,8%: IC95%; 61,7 – 73,2), seguido da hidroginástica (8,9%; IC95%: 5,6 – 13,2) e musculação (6,5%: IC95%; 2,6 – 9,1). Somente 5,7% (IC95% 0,5 – 11,3) e 0,8% (IC95%: 0,3 – 2,0) dos homens e mulheres mais ativos, respectivamente, relataram baixa frequência semanal das atividades (1 a 2 dias). Entre os menos ativos, a baixa frequência semanal foi mais prevalente, alcançando 55,0% (IC95%: 26,0 – 84,1) e 76,9% (IC95%: 67,7 –86,0) para homens e mulheres, respectivamente. Cerca de 90% dos entrevistados relataram atividades com duração diária de 30 minutos ou mais. Conclusão: A inatividade física foi comum para aproximadamente 50% dos adultos com osteoporose. Outros 25% alcançaram a meta mínima recomendada, mediante a prática de exercícios de baixo impacto.
Title: O padrão da atividade física de brasileiros com osteoporose
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Introdução: A osteogênese pode ser estimulada pela ação resultante de práticas diferenciadas de atividade física.
Objetivo: Descreveu o padrão da atividade física (AF) no lazer e no deslocamento ativo de brasileiros adultos com osteoporose.
Método: Dados transversais foram obtidos do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas não Transmissíveis de 2008, envolvendo 52.
614 adultos com 18 anos ou mais de idade, residentes nas capitais brasileiras e no Distrito Federal e entrevistados por inquérito telefônico.
Resultados: As mulheres portadoras de osteoporose foram significativamente mais inativas (64,3%; IC95%: 62,8 – 66,9) do que os homens (53,8%; IC95%: 50,6 – 56,4).
No conjunto da amostra, (24,8%; IC95%: 21,4 – 28,1) realizaram AF em quantidade suficiente para a promoção da saúde geral.
A caminhada foi o principal exercício relatado (67,8%: IC95%; 61,7 – 73,2), seguido da hidroginástica (8,9%; IC95%: 5,6 – 13,2) e musculação (6,5%: IC95%; 2,6 – 9,1).
Somente 5,7% (IC95% 0,5 – 11,3) e 0,8% (IC95%: 0,3 – 2,0) dos homens e mulheres mais ativos, respectivamente, relataram baixa frequência semanal das atividades (1 a 2 dias).
Entre os menos ativos, a baixa frequência semanal foi mais prevalente, alcançando 55,0% (IC95%: 26,0 – 84,1) e 76,9% (IC95%: 67,7 –86,0) para homens e mulheres, respectivamente.
Cerca de 90% dos entrevistados relataram atividades com duração diária de 30 minutos ou mais.
Conclusão: A inatividade física foi comum para aproximadamente 50% dos adultos com osteoporose.
Outros 25% alcançaram a meta mínima recomendada, mediante a prática de exercícios de baixo impacto.
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