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FITOTERÁPICOS COMBINADOS A MEDICAMENTOS DE USO CONTÍNUO: UMA REVISÃO DA LITERATURA
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Introdução: O uso de fitoterápicos vem sendo amplamente utilizado devido à busca por alternativas naturais no tratamento de doenças. No entanto, essa popularização ressalta a importância de uma educação em saúde eficaz que informe sobre os benefícios e riscos. Metodologia: O objetivo deste trabalho foi apresentar, por meio de revisão da literatura, estudos que indicam que fitoterápicos, quando combinados com medicamentos convencionais, podem interferir na eficácia e segurança dos tratamentos, especialmente em doenças crônicas que exigem o uso contínuo de medicamentos. Desenvolvimento: Os profissionais de saúde são essenciais na orientação para o uso seguro e racional dos fitoterápicos. A falta de conhecimento sobre essas interações, tanto na população quanto entre alguns profissionais, sublinha a necessidade de capacitação contínua e de campanhas educativas. Políticas públicas, como as implementadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, incluem fitoterápicos na atenção básica, no entanto essas iniciativas precisam ser acompanhadas de estratégias educacionais que garantam a segurança e eficácia no uso desses tratamentos. Considerações finais: A educação em saúde é uma ferramenta indispensável para promover o uso racional e seguro dos fitoterápicos, maximizando benefícios e minimizando riscos no contexto da saúde pública e prática clínica.
Palavras-chave: Comorbidades; Medicamentos convencionais; Plantas Medicinais, Uso Racional de Medicamentos.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Title: FITOTERÁPICOS COMBINADOS A MEDICAMENTOS DE USO CONTÍNUO: UMA REVISÃO DA LITERATURA
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Introdução: O uso de fitoterápicos vem sendo amplamente utilizado devido à busca por alternativas naturais no tratamento de doenças.
No entanto, essa popularização ressalta a importância de uma educação em saúde eficaz que informe sobre os benefícios e riscos.
Metodologia: O objetivo deste trabalho foi apresentar, por meio de revisão da literatura, estudos que indicam que fitoterápicos, quando combinados com medicamentos convencionais, podem interferir na eficácia e segurança dos tratamentos, especialmente em doenças crônicas que exigem o uso contínuo de medicamentos.
Desenvolvimento: Os profissionais de saúde são essenciais na orientação para o uso seguro e racional dos fitoterápicos.
A falta de conhecimento sobre essas interações, tanto na população quanto entre alguns profissionais, sublinha a necessidade de capacitação contínua e de campanhas educativas.
Políticas públicas, como as implementadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, incluem fitoterápicos na atenção básica, no entanto essas iniciativas precisam ser acompanhadas de estratégias educacionais que garantam a segurança e eficácia no uso desses tratamentos.
Considerações finais: A educação em saúde é uma ferramenta indispensável para promover o uso racional e seguro dos fitoterápicos, maximizando benefícios e minimizando riscos no contexto da saúde pública e prática clínica.
Palavras-chave: Comorbidades; Medicamentos convencionais; Plantas Medicinais, Uso Racional de Medicamentos.
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