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ABORDAGEM ODONTOLÓGICA DE PACIENTES HIPERTENSOS
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Objetivo: Verificar a abordagem dos Cirurgiões-Dentistas em relação ao atendimento de pacientes hipertensos. Metodologia: Foi realizado um estudo descritivo, transversal e observacional, com abordagem quantitativa. A amostra foi composta por Cirurgiões-Dentistas que atuam na rede privada de serviços de saúde de um município baiano, identificados por meio do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. O instrumento de coleta de dados foi um questionário na forma de entrevista semiestruturada, que permitiu caracterizar os profissionais e verificar conhecimentos e condutas relacionadas ao paciente hipertenso. Resultados: Em relação ao critério atual para o diagnóstico da Hipertensão Arterial Sistêmica 38,9% afirmaram que é a pressão arterial sistólica 140-159 e a diastólica 90-99, sendo que a maioria limita o atendimento de urgência odontológica a pacientes com pressão arterial de até 140/90 mmHg. Quanto a conduta dos profissionais em relação aos pacientes hipertensos, 58,3% aferem a pressão arterial do paciente apenas em casos cirúrgicos, e 45,8% aferem de todos os pacientes. Aproximadamente 47,0% costumam utilizar soluções anestésicas com vasoconstrictor em pacientes compensados e sem vasoconstrictor para pacientes descompensados, e 44,4% utilizam até três tubetes de anestésico por sessão. Como métodos utilizados para evitar o aumento da pressão arterial durante o atendimento odontológico por motivos de medo/ansiedade, 38,9% dos profissionais mencionaram a conversa, condicionamento psicológico, fármacos benzodiazepínicos, relaxamento muscular e até mesmo sedação para controle do paciente. Conclusão: Foi possível identificar pouco conhecimento dos profissionais sobre a hipertensão arterial sistêmica, porém suas condutas estão relativamente adequadas.
Title: ABORDAGEM ODONTOLÓGICA DE PACIENTES HIPERTENSOS
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Objetivo: Verificar a abordagem dos Cirurgiões-Dentistas em relação ao atendimento de pacientes hipertensos.
Metodologia: Foi realizado um estudo descritivo, transversal e observacional, com abordagem quantitativa.
A amostra foi composta por Cirurgiões-Dentistas que atuam na rede privada de serviços de saúde de um município baiano, identificados por meio do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.
O instrumento de coleta de dados foi um questionário na forma de entrevista semiestruturada, que permitiu caracterizar os profissionais e verificar conhecimentos e condutas relacionadas ao paciente hipertenso.
Resultados: Em relação ao critério atual para o diagnóstico da Hipertensão Arterial Sistêmica 38,9% afirmaram que é a pressão arterial sistólica 140-159 e a diastólica 90-99, sendo que a maioria limita o atendimento de urgência odontológica a pacientes com pressão arterial de até 140/90 mmHg.
Quanto a conduta dos profissionais em relação aos pacientes hipertensos, 58,3% aferem a pressão arterial do paciente apenas em casos cirúrgicos, e 45,8% aferem de todos os pacientes.
Aproximadamente 47,0% costumam utilizar soluções anestésicas com vasoconstrictor em pacientes compensados e sem vasoconstrictor para pacientes descompensados, e 44,4% utilizam até três tubetes de anestésico por sessão.
Como métodos utilizados para evitar o aumento da pressão arterial durante o atendimento odontológico por motivos de medo/ansiedade, 38,9% dos profissionais mencionaram a conversa, condicionamento psicológico, fármacos benzodiazepínicos, relaxamento muscular e até mesmo sedação para controle do paciente.
Conclusão: Foi possível identificar pouco conhecimento dos profissionais sobre a hipertensão arterial sistêmica, porém suas condutas estão relativamente adequadas.
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