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NOVAS ESTRATÉGIAS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA
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Introdução: A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica, autoimune e inflamatória que afeta o sistema nervoso central, causando uma ampla gama de sintomas. Com o avanço das tecnologias de imagem, como a ressonância magnética, e a utilização de biomarcadores, o diagnóstico da doença tem se tornado mais preciso e precoce. No campo do tratamento, as últimas décadas trouxeram grandes avanços. Objetivo: Analisar as novas estratégias no diagnóstico e no tratamento da esclerose múltipla. Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024. A pesquisa foi conduzida com os termos “Esclerose Múltipla”, “Diagnóstico”, “Tratamento", aplicando o operador booleano "AND". Resultados e discussão: A revisão sobre o diagnóstico e tratamento da esclerose múltipla revelou avanços importantes, especialmente no diagnóstico precoce, com o uso de tecnologias de imagem, como a ressonância magnética, e a identificação de biomarcadores, permitindo uma detecção mais eficaz e um acompanhamento contínuo da doença. No tratamento, as terapias modificadoras da doença (TMDs) e medicamentos imunomoduladores, como os anticorpos monoclonais, têm mostrado eficácia na redução da atividade inflamatória e na prevenção da progressão das lesões. Além disso, abordagens complementares, como fisioterapia e reabilitação neurocognitiva, desempenham papel essencial na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. O tratamento das formas progressivas também tem se beneficiado de terapias mais específicas e imunossupressoras, oferecendo novas perspectivas para a gestão da doença. Conclusão: Os avanços no diagnóstico precoce e nas terapias para a esclerose múltipla têm melhorado significativamente o manejo da doença, com o uso de tecnologias de imagem e biomarcadores permitindo uma detecção mais eficaz e um tratamento mais personalizado. As terapias modificadoras da doença, incluindo imunomoduladores e anticorpos monoclonais, têm demonstrado eficácia na redução da inflamação e na prevenção da progressão das lesões.
Instituto Pesquisa & Ciência
Alice Dandara Lima Pinheiro Gonçalves
Marisa de Sá Freitas
Karla Leticia Santos da Silva Costa
Julyanna Assunção Monteiro Vilaça
Maria Júlia Lima da Nóbrega
Fernando Pinheiro Costa Junior
Dayane Portuguêz de Souza
Lucas Barros Fonseca
Vitor Figueiredo Aguiar
Gracielly Gomes da Silva
Hendrix Marçal Carvalho Val
Luis Felipe Saraiva Cruz
Isabela Vidal Pinheiro
Thiago Amorim de Chaves
Douglas Anese
Title: NOVAS ESTRATÉGIAS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DA ESCLEROSE MÚLTIPLA
Description:
Introdução: A esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica, autoimune e inflamatória que afeta o sistema nervoso central, causando uma ampla gama de sintomas.
Com o avanço das tecnologias de imagem, como a ressonância magnética, e a utilização de biomarcadores, o diagnóstico da doença tem se tornado mais preciso e precoce.
No campo do tratamento, as últimas décadas trouxeram grandes avanços.
Objetivo: Analisar as novas estratégias no diagnóstico e no tratamento da esclerose múltipla.
Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024.
A pesquisa foi conduzida com os termos “Esclerose Múltipla”, “Diagnóstico”, “Tratamento", aplicando o operador booleano "AND".
Resultados e discussão: A revisão sobre o diagnóstico e tratamento da esclerose múltipla revelou avanços importantes, especialmente no diagnóstico precoce, com o uso de tecnologias de imagem, como a ressonância magnética, e a identificação de biomarcadores, permitindo uma detecção mais eficaz e um acompanhamento contínuo da doença.
No tratamento, as terapias modificadoras da doença (TMDs) e medicamentos imunomoduladores, como os anticorpos monoclonais, têm mostrado eficácia na redução da atividade inflamatória e na prevenção da progressão das lesões.
Além disso, abordagens complementares, como fisioterapia e reabilitação neurocognitiva, desempenham papel essencial na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
O tratamento das formas progressivas também tem se beneficiado de terapias mais específicas e imunossupressoras, oferecendo novas perspectivas para a gestão da doença.
Conclusão: Os avanços no diagnóstico precoce e nas terapias para a esclerose múltipla têm melhorado significativamente o manejo da doença, com o uso de tecnologias de imagem e biomarcadores permitindo uma detecção mais eficaz e um tratamento mais personalizado.
As terapias modificadoras da doença, incluindo imunomoduladores e anticorpos monoclonais, têm demonstrado eficácia na redução da inflamação e na prevenção da progressão das lesões.
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