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ESCLEROSE MÚLTIPLA: TERAPIAS EMERGENTES E GESTÃO DE SINTOMAS

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Introdução: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica e imprevisível que afeta o sistema nervoso central, causando danos na mielina e alterando a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo. Nos últimos anos, houve avanços consideráveis no desenvolvimento de terapias emergentes para o tratamento da EM. Objetivo: Analisar as terapias emergentes para o tratamento da esclerose múltipla e as estratégias de gestão de seus sintomas. Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024. A pesquisa foi conduzida com os termos "Esclerose Múltipla”, “Terapias Emergentes”, “Gestão de Sintomas", aplicando o operador booleano "AND". Resultados e discussão: A revisão bibliográfica revelou avanços significativos no tratamento da esclerose múltipla, com destaque para as terapias emergentes, como os anticorpos monoclonais (ocrelizumabe, ofatumumabe, alemtuzumabe) e os fármacos neuroprotetores (siponimode e cladribina), que demonstraram eficácia na redução de surtos e na proteção neuronal. Além disso, a combinação de diferentes classes de medicamentos, juntamente com terapias não farmacológicas, como fisioterapia e apoio psicológico, tem mostrado resultados promissores no manejo dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. A revisão também destacou a importância de abordagens personalizadas, considerando as características individuais da doença e a presença de comorbidades, para otimizar o tratamento e o bem-estar dos pacientes com esclerose múltipla. Conclusão: A revisão destacou os avanços nas terapias emergentes para a esclerose múltipla, como os medicamentos imunomoduladores e neuroprotetores, que têm mostrado eficácia no controle de surtos e na proteção neuronal. Contudo, a variabilidade na resposta ao tratamento entre os pacientes sublinha a importância de abordagens personalizadas. Além disso, terapias não farmacológicas, como fisioterapia e apoio psicológico, são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida.
Title: ESCLEROSE MÚLTIPLA: TERAPIAS EMERGENTES E GESTÃO DE SINTOMAS
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Introdução: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica crônica e imprevisível que afeta o sistema nervoso central, causando danos na mielina e alterando a comunicação entre o cérebro e o resto do corpo.
Nos últimos anos, houve avanços consideráveis no desenvolvimento de terapias emergentes para o tratamento da EM.
Objetivo: Analisar as terapias emergentes para o tratamento da esclerose múltipla e as estratégias de gestão de seus sintomas.
Metodologia: A pesquisa é fundamentada em uma revisão abrangente da literatura existente, para a coleta dos dados, foi utilizada a base de dados PubMed e Scielo, abrangendo estudos entre 2014 a 2024.
A pesquisa foi conduzida com os termos "Esclerose Múltipla”, “Terapias Emergentes”, “Gestão de Sintomas", aplicando o operador booleano "AND".
Resultados e discussão: A revisão bibliográfica revelou avanços significativos no tratamento da esclerose múltipla, com destaque para as terapias emergentes, como os anticorpos monoclonais (ocrelizumabe, ofatumumabe, alemtuzumabe) e os fármacos neuroprotetores (siponimode e cladribina), que demonstraram eficácia na redução de surtos e na proteção neuronal.
Além disso, a combinação de diferentes classes de medicamentos, juntamente com terapias não farmacológicas, como fisioterapia e apoio psicológico, tem mostrado resultados promissores no manejo dos sintomas e na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.
A revisão também destacou a importância de abordagens personalizadas, considerando as características individuais da doença e a presença de comorbidades, para otimizar o tratamento e o bem-estar dos pacientes com esclerose múltipla.
Conclusão: A revisão destacou os avanços nas terapias emergentes para a esclerose múltipla, como os medicamentos imunomoduladores e neuroprotetores, que têm mostrado eficácia no controle de surtos e na proteção neuronal.
Contudo, a variabilidade na resposta ao tratamento entre os pacientes sublinha a importância de abordagens personalizadas.
Além disso, terapias não farmacológicas, como fisioterapia e apoio psicológico, são fundamentais para a melhoria da qualidade de vida.

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