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Um arquivo aberto de Ana Luísa Janeira: a transformação pela viagem

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O objeto do artigo é a análise textual de dois posts do blogue ArquivoVivido, de JANEIRA (17 dez. 2020): para uma epistemologia de viagem; e Viajar, colecionar, arquivar — Coisas loisas de muitas paragens com saberes, sabores e odores. A questão de pesquisa centra-se em apreciar a influência educativa precoce da leitura, a criação de mundos virtuais, para a construção do espírito de descoberta, nomeadamente por auscultar-se a história nas facetas de romance verdadeiro e ficção verbal ou virtual. O modelo teórico e metodológico foi a análise crítica de discurso (ÍÑIGUEZ-RUEDA, 2006), orientado a relações entre conceitos: verdade histórica, personalidade de Fernão Mendes Pinto, epistemologia de viagem, imaginação do espaço em mundos possíveis, transição de séculos XVI-XVIII, património material, legado espiritual, botica medieval, cura e saber-fazer. Destaca-se a comparação entre mundos reais e virtuais, num apelo a possibilidades duma hermenêutica dupla, segundo um foco de “imaginação racional”.
University Nove de Julho
Title: Um arquivo aberto de Ana Luísa Janeira: a transformação pela viagem
Description:
O objeto do artigo é a análise textual de dois posts do blogue ArquivoVivido, de JANEIRA (17 dez.
2020): para uma epistemologia de viagem; e Viajar, colecionar, arquivar — Coisas loisas de muitas paragens com saberes, sabores e odores.
A questão de pesquisa centra-se em apreciar a influência educativa precoce da leitura, a criação de mundos virtuais, para a construção do espírito de descoberta, nomeadamente por auscultar-se a história nas facetas de romance verdadeiro e ficção verbal ou virtual.
O modelo teórico e metodológico foi a análise crítica de discurso (ÍÑIGUEZ-RUEDA, 2006), orientado a relações entre conceitos: verdade histórica, personalidade de Fernão Mendes Pinto, epistemologia de viagem, imaginação do espaço em mundos possíveis, transição de séculos XVI-XVIII, património material, legado espiritual, botica medieval, cura e saber-fazer.
Destaca-se a comparação entre mundos reais e virtuais, num apelo a possibilidades duma hermenêutica dupla, segundo um foco de “imaginação racional”.

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