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Apendicite aguda não complicada: tratamento cirúrgico
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Apendicite aguda é uma emergência abdominal comum, com a apendicectomia tradicionalmente sendo o tratamento padrão. Recentemente, o uso de antibióticos tem se mostrado uma alternativa eficaz para casos não complicados, como evidenciado pelo estudo CODA. Apesar dos resultados promissores do tratamento conservador, a apendicectomia continua sendo amplamente recomendada devido à sua eficácia a longo prazo. O objetivo desta revisão sistemática consiste em avaliar a eficácia e segurança do tratamento cirúrgico na apendicite aguda não complicada, comparando diferentes abordagens cirúrgicas em termos de desfechos clínicos e recuperação dos pacientes. Foram utilizadas as seguintes bases de dados científicas: Scopus e PubMed, para a seleção dos artigos, como o uso dos unitermos em língua inglesa: “Acute Appendicitis, Uncomplicated Appendicitis, Surgical Treatment, Appendectomy”. Conclui-se que ao comparar os tratamentos cirúrgicos com o conservador para apendicite aguda não complicada, destaca-se a superioridade da apendicectomia, especialmente a laparoscópica, em termos de eficácia e recuperação. Apesar das vantagens iniciais dos antibióticos e da terapia endoscópica, a cirurgia oferece uma solução definitiva, e reduz a taxa de recorrência e complicações a longo prazo. O tratamento conservador pode ser viável em casos específicos, entretanto, a apendicectomia é geralmente preferida devido ao seu sucesso comprovado. Desse modo, a decisão deve ser baseada nas características individuais e nas preferências do paciente, no entanto, as evidências atuais favorecem fortemente a cirurgia.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Samuel Ribeiro Martins
Pedro Vergílio Lugão de Azevedo
Juliana Louvise Carvalho
Laila Fernanda Santana Barra
Leandro Alves da Cunha
Renato de Souza Susanna Machado
Afonso Luis de Filippi Leal
Ana Paula de Souza Guedes
Lorena da Silva Pereira
Ramon Oliveira Araujo
Júlia Gaspar Calzolari
Lisia Raquel Fernandes Paz
Mariana Coelho Carlette
João Rafael Queiroz Soares
Carolina Ferreira Gomes
Nicole Cherene da Silva
Maria Eduarda Gonçalves Nunes
Gustavo Sousa Andrade
Ricardo Ramsés Guedes Ribeiro
Fernanda Machado Ribeiro
Nathan dos Santos Rodrigues
Germana Gadelha da Câmara Bione Barreto
Maria Laura Machado Roux Lima
Letícia Jacobowskí Ferreira
Guilherme Dias Miranda Salgado Ribeiro
Renato de Souza Susanna Machado
Milckea Hellene Araújo Barbosa Costa
Artur Pereira Parreira
Matheus Augusto Pereira e Vieira
Title: Apendicite aguda não complicada: tratamento cirúrgico
Description:
Apendicite aguda é uma emergência abdominal comum, com a apendicectomia tradicionalmente sendo o tratamento padrão.
Recentemente, o uso de antibióticos tem se mostrado uma alternativa eficaz para casos não complicados, como evidenciado pelo estudo CODA.
Apesar dos resultados promissores do tratamento conservador, a apendicectomia continua sendo amplamente recomendada devido à sua eficácia a longo prazo.
O objetivo desta revisão sistemática consiste em avaliar a eficácia e segurança do tratamento cirúrgico na apendicite aguda não complicada, comparando diferentes abordagens cirúrgicas em termos de desfechos clínicos e recuperação dos pacientes.
Foram utilizadas as seguintes bases de dados científicas: Scopus e PubMed, para a seleção dos artigos, como o uso dos unitermos em língua inglesa: “Acute Appendicitis, Uncomplicated Appendicitis, Surgical Treatment, Appendectomy”.
Conclui-se que ao comparar os tratamentos cirúrgicos com o conservador para apendicite aguda não complicada, destaca-se a superioridade da apendicectomia, especialmente a laparoscópica, em termos de eficácia e recuperação.
Apesar das vantagens iniciais dos antibióticos e da terapia endoscópica, a cirurgia oferece uma solução definitiva, e reduz a taxa de recorrência e complicações a longo prazo.
O tratamento conservador pode ser viável em casos específicos, entretanto, a apendicectomia é geralmente preferida devido ao seu sucesso comprovado.
Desse modo, a decisão deve ser baseada nas características individuais e nas preferências do paciente, no entanto, as evidências atuais favorecem fortemente a cirurgia.
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