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Tratamento Cirúrgico da Apendicite Aguda

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Introdução: A apendicite aguda é uma inflamação do apêndice, sendo considerada a causa mais comum de abdome agudo cirúrgico. Essa condição tem maior incidência em homens e pode ocorrer em qualquer idade, porém se nota mais presente em jovens adultos. As manifestações clínicas típicas são a migração da dor da região periumbilical para fossa ilíaca direita associada a febre, náuseas, vômitos, anorexia e normalmente leucocitose. Essa condição pode ser tratada, na forma não complicada, com tratamento consevador ou com apendicectomia. O tratamento cirúrgico é considerado o padrão ouro. Objetivo: Analisar a importância da apendicectomia nos casos de apendicite aguda. Método: Trata-se de uma revisão integrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando as bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo e Medline com os descritores: “apendicite” “manejo” “cirurgico”. Foram encontrados 20 artigos, sendo eles submetidos aos critérios de seleção. Os critérios de inclusão foram artigos disponibilizados na íntegra e que se relacionavam à proposta estudada. Resultados e Discussão: Há estudos favoráveis ao uso da antibioticoterapia nos pacientes com apendicite aguda não complicada, porém a possibilidade de recorrência desta doença, podendo mais de 20% desses pacientes terem essa recorrência em um período de 1 ano do início do sintoma. O  tratamento cirúrgico é considerado o padrão ouro pelas diretrizes, por ser um tratamento definitivo e que evita a possibilidade de recorrência. A escolha do tipo de apendicectomia depende de variáveis como a gravidade do paciente e experiência do cirurgião. A  laparoscópica apresenta benefícios, quando se comparada  a apendicectomia aberta, na redução risco de infecção, internação, dor e possibilidade de retorno precoce para realização de atividades. Há evidências da apendicectomia videoassistida transumbilical apresentar menos chances de complicações, quando se comparada a laparoscópica. Conclusão: Nessa perspectiva, evidencia-se a importância do tratamento cirúrgico como tratamento definitivo e para melhora do prognóstico do paciente.
Title: Tratamento Cirúrgico da Apendicite Aguda
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Introdução: A apendicite aguda é uma inflamação do apêndice, sendo considerada a causa mais comum de abdome agudo cirúrgico.
Essa condição tem maior incidência em homens e pode ocorrer em qualquer idade, porém se nota mais presente em jovens adultos.
As manifestações clínicas típicas são a migração da dor da região periumbilical para fossa ilíaca direita associada a febre, náuseas, vômitos, anorexia e normalmente leucocitose.
Essa condição pode ser tratada, na forma não complicada, com tratamento consevador ou com apendicectomia.
O tratamento cirúrgico é considerado o padrão ouro.
Objetivo: Analisar a importância da apendicectomia nos casos de apendicite aguda.
Método: Trata-se de uma revisão integrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando as bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo e Medline com os descritores: “apendicite” “manejo” “cirurgico”.
Foram encontrados 20 artigos, sendo eles submetidos aos critérios de seleção.
Os critérios de inclusão foram artigos disponibilizados na íntegra e que se relacionavam à proposta estudada.
Resultados e Discussão: Há estudos favoráveis ao uso da antibioticoterapia nos pacientes com apendicite aguda não complicada, porém a possibilidade de recorrência desta doença, podendo mais de 20% desses pacientes terem essa recorrência em um período de 1 ano do início do sintoma.
O  tratamento cirúrgico é considerado o padrão ouro pelas diretrizes, por ser um tratamento definitivo e que evita a possibilidade de recorrência.
A escolha do tipo de apendicectomia depende de variáveis como a gravidade do paciente e experiência do cirurgião.
A  laparoscópica apresenta benefícios, quando se comparada  a apendicectomia aberta, na redução risco de infecção, internação, dor e possibilidade de retorno precoce para realização de atividades.
Há evidências da apendicectomia videoassistida transumbilical apresentar menos chances de complicações, quando se comparada a laparoscópica.
Conclusão: Nessa perspectiva, evidencia-se a importância do tratamento cirúrgico como tratamento definitivo e para melhora do prognóstico do paciente.

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