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A Filosofia Chinesa Publicada no Brasil nos Séculos XX e XXI

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O presente texto se propõe a apresentar um estudo quantitativo das obras de filosofia chinesa publicadas no Brasil durante os séculos XX e XXI, a partir da realização de uma pesquisa historiográfica, com ênfase em autores como Confúcio, Sunzi e Laozi. Para a elaboração do estudo, utilizou-se uma catalogação das publicações de filosofia chinesa feita no decorrer de um ano em um projeto de Iniciação Científica. A pesquisa se deu por meio dos bancos de dados das bibliotecas e acervos públicos e privados, tal catalogação partiu da metodologia de D’Hulst (2001) que procura, tendo em vista o trabalho de tradução, responder às seguintes questões: “Quem? O quê? Onde? Quem ajuda? Por quê? De que forma? Quando? Para quem?”. Foram encontradas duzentas e vinte e cinco (225) publicações no período citado: um trabalho realizado porcento e quatorze (114) casas editoriais e se verificou que a frequência das publicações seguiu as tendências do mercado editorial brasileiro. O artigo divide-se em três seções principais, a primeira seção, intitulada “A filosofia chinesa”, subdivide-se em outras cinco subseções: em “os três ensinamentos”, explica-se o conceito que norteou o escopo da pesquisa; a seguir, apresenta-se “uma breve contextualização da História chinesa”, a qual é preservada e exaltada pelos filósofos chineses; em seguida, serão fornecidas breves introduções sobre a biografia dos autores citados, suas principais ideias e objetivos, tal como o contexto de sua produção. A partir desse ponto, a segunda seção do artigo descreverá o início “[d]a ponte tradutológica entre a China e o ocidente”, portanto, se trata da História da tradução dos cânones chineses; e, por fim, será apresentado os dados do catálogo de obras de “filosofia chinesa publicadas no Brasil nos séculos XX e XXI”.O presente texto se propõe a apresentar um estudo quantitativo das obras de filosofia chinesa publicadas no Brasil durante os séculos XX e XXI, a partir da realização de uma pesquisa historiográfica, com ênfase em autores como Confúcio, Sunzi e Laozi. Para a elaboração do estudo, utilizou-se uma catalogação das publicações de filosofia chinesa feita no decorrer de um ano em um projeto de Iniciação Científica. A pesquisa se deu por meio dos bancos de dados das bibliotecas e acervos públicos e privados, tal catalogação partiu da metodologia de D’Hulst (2001) que procura, tendo em vista o trabalho de tradução, responder às seguintes questões: “Quem? O quê? Onde? Quem ajuda? Por quê? De que forma? Quando? Para quem?”. Foram encontradas duzentas e vinte e cinco (225) publicações no período citado: um trabalho realizado porcento e quatorze (114) casas editoriais e se verificou que a frequência das publicações seguiu as tendências do mercado editorial brasileiro. O artigo divide-se em três seções principais, a primeira seção, intitulada “A filosofia chinesa”, subdivide-se em outras cinco subseções: em “os três ensinamentos”, explica-se o conceito que norteou o escopo da pesquisa; a seguir, apresenta-se “uma breve contextualização da História chinesa”, a qual é preservada e exaltada pelos filósofos chineses; em seguida, serão fornecidas breves introduções sobre a biografia dos autores citados, suas principais ideias e objetivos, tal como o contexto de sua produção. A partir desse ponto, a segunda seção do artigo descreverá o início “[d]a ponte tradutológica entre a China e o ocidente”, portanto, se trata da História da tradução dos cânones chineses; e, por fim, será apresentado os dados do catálogo de obras de “filosofia chinesa publicadas no Brasil nos séculos XX e XXI”.
Universidade de Sao Paulo, Agencia USP de Gestao da Informacao Academica (AGUIA)
Title: A Filosofia Chinesa Publicada no Brasil nos Séculos XX e XXI
Description:
O presente texto se propõe a apresentar um estudo quantitativo das obras de filosofia chinesa publicadas no Brasil durante os séculos XX e XXI, a partir da realização de uma pesquisa historiográfica, com ênfase em autores como Confúcio, Sunzi e Laozi.
Para a elaboração do estudo, utilizou-se uma catalogação das publicações de filosofia chinesa feita no decorrer de um ano em um projeto de Iniciação Científica.
A pesquisa se deu por meio dos bancos de dados das bibliotecas e acervos públicos e privados, tal catalogação partiu da metodologia de D’Hulst (2001) que procura, tendo em vista o trabalho de tradução, responder às seguintes questões: “Quem? O quê? Onde? Quem ajuda? Por quê? De que forma? Quando? Para quem?”.
Foram encontradas duzentas e vinte e cinco (225) publicações no período citado: um trabalho realizado porcento e quatorze (114) casas editoriais e se verificou que a frequência das publicações seguiu as tendências do mercado editorial brasileiro.
O artigo divide-se em três seções principais, a primeira seção, intitulada “A filosofia chinesa”, subdivide-se em outras cinco subseções: em “os três ensinamentos”, explica-se o conceito que norteou o escopo da pesquisa; a seguir, apresenta-se “uma breve contextualização da História chinesa”, a qual é preservada e exaltada pelos filósofos chineses; em seguida, serão fornecidas breves introduções sobre a biografia dos autores citados, suas principais ideias e objetivos, tal como o contexto de sua produção.
A partir desse ponto, a segunda seção do artigo descreverá o início “[d]a ponte tradutológica entre a China e o ocidente”, portanto, se trata da História da tradução dos cânones chineses; e, por fim, será apresentado os dados do catálogo de obras de “filosofia chinesa publicadas no Brasil nos séculos XX e XXI”.
O presente texto se propõe a apresentar um estudo quantitativo das obras de filosofia chinesa publicadas no Brasil durante os séculos XX e XXI, a partir da realização de uma pesquisa historiográfica, com ênfase em autores como Confúcio, Sunzi e Laozi.
Para a elaboração do estudo, utilizou-se uma catalogação das publicações de filosofia chinesa feita no decorrer de um ano em um projeto de Iniciação Científica.
A pesquisa se deu por meio dos bancos de dados das bibliotecas e acervos públicos e privados, tal catalogação partiu da metodologia de D’Hulst (2001) que procura, tendo em vista o trabalho de tradução, responder às seguintes questões: “Quem? O quê? Onde? Quem ajuda? Por quê? De que forma? Quando? Para quem?”.
Foram encontradas duzentas e vinte e cinco (225) publicações no período citado: um trabalho realizado porcento e quatorze (114) casas editoriais e se verificou que a frequência das publicações seguiu as tendências do mercado editorial brasileiro.
O artigo divide-se em três seções principais, a primeira seção, intitulada “A filosofia chinesa”, subdivide-se em outras cinco subseções: em “os três ensinamentos”, explica-se o conceito que norteou o escopo da pesquisa; a seguir, apresenta-se “uma breve contextualização da História chinesa”, a qual é preservada e exaltada pelos filósofos chineses; em seguida, serão fornecidas breves introduções sobre a biografia dos autores citados, suas principais ideias e objetivos, tal como o contexto de sua produção.
A partir desse ponto, a segunda seção do artigo descreverá o início “[d]a ponte tradutológica entre a China e o ocidente”, portanto, se trata da História da tradução dos cânones chineses; e, por fim, será apresentado os dados do catálogo de obras de “filosofia chinesa publicadas no Brasil nos séculos XX e XXI”.

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