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FATORES DE RISCO PARA O TROMBOEMBOLISMO PULMONAR

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O tromboembolismo venoso (TEV), inclui o tromboembolismo pulmonar (TEP) e a trombose venosa profunda (TVP). A TEP é a terceira causa mais grave de doença cardiovascular. A mortalidade pode chegar a até 65%. Ela é uma complicação grave de algumas doenças, como a trombose venosa profunda, cardiopatia, politraumas e pós-operatório. A varios fatores de risco para o desenvolvimento dessa complicação, incluindo, por exemplo, idade, sexo, etnia, obesidade, uso de anticoncepcionais, terapia hormonal, cancer, traumas e imbilização. O objetivo do trabalho é analisar os fatores de risco para o desenvolvimento do tromboembolismo pulmonar. Trata-se de uma revisão narrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando a base de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) com os descritores: "embolia" "pulmonar" "fatores de risco". Evidenciou-se um aumento do risco dessa condição em pacientes com idade avançada. Em pacientes com neoplasia se nota um aumento de até 4 vezes maior. A imobilização por um período superior a 3 dias aumenta em até 10 vezes a chance de formação de trombo. Pacientes hospitalizados tem um aumento também dessas chances. Pacientes com infecção aguda ou que são submetidos a cirurgias têm um risco aumentado para essa complicação também. Nesse sentido, evidencia-se uma variedade de fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver essa complicação, sendo importante a identificação dessas condições para um possível tratamento preventivo.
Title: FATORES DE RISCO PARA O TROMBOEMBOLISMO PULMONAR
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O tromboembolismo venoso (TEV), inclui o tromboembolismo pulmonar (TEP) e a trombose venosa profunda (TVP).
A TEP é a terceira causa mais grave de doença cardiovascular.
A mortalidade pode chegar a até 65%.
Ela é uma complicação grave de algumas doenças, como a trombose venosa profunda, cardiopatia, politraumas e pós-operatório.
A varios fatores de risco para o desenvolvimento dessa complicação, incluindo, por exemplo, idade, sexo, etnia, obesidade, uso de anticoncepcionais, terapia hormonal, cancer, traumas e imbilização.
O objetivo do trabalho é analisar os fatores de risco para o desenvolvimento do tromboembolismo pulmonar.
Trata-se de uma revisão narrativa dos últimos 5 anos, do período de 2019 a 2024, utilizando a base de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) com os descritores: "embolia" "pulmonar" "fatores de risco".
Evidenciou-se um aumento do risco dessa condição em pacientes com idade avançada.
Em pacientes com neoplasia se nota um aumento de até 4 vezes maior.
A imobilização por um período superior a 3 dias aumenta em até 10 vezes a chance de formação de trombo.
Pacientes hospitalizados tem um aumento também dessas chances.
Pacientes com infecção aguda ou que são submetidos a cirurgias têm um risco aumentado para essa complicação também.
Nesse sentido, evidencia-se uma variedade de fatores de risco que aumentam as chances de desenvolver essa complicação, sendo importante a identificação dessas condições para um possível tratamento preventivo.

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