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O rastreamento do câncer de colo de útero no Brasil
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Introdução: O câncer de colo de útero ainda é muito incidente no Brasil e ocupa o quarto lugar de mortalidade por câncer em mulheres, sem considerar tumores de pele não melanoma. Ressalta-se que realizar periodicamente o exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o seu rastreamento. Objetivo: Diante disso, objetiva-se apresentar o rastreamento do câncer de colo de útero por meio da realização do exame citopatológico no Brasil. Materiais e método: Esta pesquisa baseou-se no método quantitativo, com o uso de análise documental mediante os dados disponibilizados pelo site do DATASUS, a qual foi sistematizada em duas etapas. Na primeira, delimitou-se a faixa etária (25-64 anos), o motivo do exame (rastreamento) e o período, de forma separada, com os anos 2016, 2017, 2018, 2019 e 2020. Na segunda etapa, compararam-se os dados de cada tabela e seu respectivo ano, que posteriormente foram apresentados nesta pesquisa. Resultados: De acordo com o período apresentado, observou-se que entre os anos de 2016 e 2019 ocorreu um crescimento evidente no número de realizações do exame citopatológico para fins de rastreamento. Em 2016, o número de exames realizados foi de 4.231.297; no ano seguinte, 4.920.877; já em 2018, esse número chegou a 5.347.106 e, no ano de 2019, ao total de 5.554.419. Contudo, em relação a 2020, percebeu-se um declínio no número de exames realizados, com 3.169.074. Além disso, foi possível observar que de 2016 a 2019 a faixa etária entre 35 e 39 anosliderava o número de realizações, enquanto em 2020 mulheres entre 40 a 44 anos foram as que mais realizaram o exame. Conclusão: Diante do exposto, a realização periódica do exame citopatológico na faixa etária estabelecida, de 25 a 64 anos, é a principal estratégia para rastrear o câncer de colo de útero, porém o rastreamento organizado ainda é um desafio a ser vencido no Brasil. Ademais, é preciso citar que a diminuição no número de realizações do exame citopatológico no ano de 2020 é algo evidente e que possivelmente está associado com o período pandêmico. Contudo, esse dado requer maior análise, fato que viabiliza a continuidade deste estudo posteriormente.
Zeppelini Editorial e Comunicação
Title: O rastreamento do câncer de colo de útero no Brasil
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Introdução: O câncer de colo de útero ainda é muito incidente no Brasil e ocupa o quarto lugar de mortalidade por câncer em mulheres, sem considerar tumores de pele não melanoma.
Ressalta-se que realizar periodicamente o exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para o seu rastreamento.
Objetivo: Diante disso, objetiva-se apresentar o rastreamento do câncer de colo de útero por meio da realização do exame citopatológico no Brasil.
Materiais e método: Esta pesquisa baseou-se no método quantitativo, com o uso de análise documental mediante os dados disponibilizados pelo site do DATASUS, a qual foi sistematizada em duas etapas.
Na primeira, delimitou-se a faixa etária (25-64 anos), o motivo do exame (rastreamento) e o período, de forma separada, com os anos 2016, 2017, 2018, 2019 e 2020.
Na segunda etapa, compararam-se os dados de cada tabela e seu respectivo ano, que posteriormente foram apresentados nesta pesquisa.
Resultados: De acordo com o período apresentado, observou-se que entre os anos de 2016 e 2019 ocorreu um crescimento evidente no número de realizações do exame citopatológico para fins de rastreamento.
Em 2016, o número de exames realizados foi de 4.
231.
297; no ano seguinte, 4.
920.
877; já em 2018, esse número chegou a 5.
347.
106 e, no ano de 2019, ao total de 5.
554.
419.
Contudo, em relação a 2020, percebeu-se um declínio no número de exames realizados, com 3.
169.
074.
Além disso, foi possível observar que de 2016 a 2019 a faixa etária entre 35 e 39 anosliderava o número de realizações, enquanto em 2020 mulheres entre 40 a 44 anos foram as que mais realizaram o exame.
Conclusão: Diante do exposto, a realização periódica do exame citopatológico na faixa etária estabelecida, de 25 a 64 anos, é a principal estratégia para rastrear o câncer de colo de útero, porém o rastreamento organizado ainda é um desafio a ser vencido no Brasil.
Ademais, é preciso citar que a diminuição no número de realizações do exame citopatológico no ano de 2020 é algo evidente e que possivelmente está associado com o período pandêmico.
Contudo, esse dado requer maior análise, fato que viabiliza a continuidade deste estudo posteriormente.
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