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É necessária uma filosofia para a agronomia?
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O presente trabalho propõe investigar de forma epistemológica a necessidade de se fazer uma filosofia da agronomia, com temática alocada dentro das filosofias da ciência e da tecnologia. A pergunta e problema central a ser respondida é: a agronomia precisa de uma filosofia da agronomia? Face a este objetivo primordial, outros secundários são formulados na construção da proposta, e na averiguação das hipóteses, que inclui metodologia baseada na observação histórica e a conversação com autores que se vinculam à reflexão filosófica de diferentes áreas. A agronomia pode ser compreendida como uma ciência de ampla abordagem e profunda história, conectada a muitas interpretações filosóficas possíveis e com cenários provocativos, como os ligados à fome, à sustentabilidade, às polêmicas atuais e às diversidades que envolvem o meio rural. O contexto agronômico invoca pressupostos e oportunidades na criação de uma filosofia da agronomia, que essa pesquisa se atenta a indicar e pretende argumentar em defesa. Esse artigo não teve a finalidade de esgotar o assunto, mas fornecer alguns argumentos sobre a necessidade de se fazer uma filosofia da agronomia e como fazê-la, além de prover alguns horizontes, em um ambiente teórico de escassa bibliografia específica. Para melhor expor o tratamento assumido, o artigo foi dividido, após a introdução, nos seguintes pontos: perguntas que serão e não serão respondidas por esse trabalho; a pergunta primordial!; o que há para uma filosofia da agronomia?; algumas outras perguntas que vêm na sequência e precisam ser respondidas!; qual linha na filosofia da ciência tem maior poder explicativo para uma epistemologia da agronomia? A partir de discernimentos que devem ser mais bem discutidos em obras futuras, propõe-se que a agronomia é uma ciência moderna, de amplo tratamento e protagonismo atual, que parece estar vinculada mais à abordagem historicista, a exemplo da perspectiva de autores como Thomas Kuhn, Paul Feyerabend e Larry Laudan.
Universidade Estadual do Oeste do Parana - UNIOESTE
Title: É necessária uma filosofia para a agronomia?
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O presente trabalho propõe investigar de forma epistemológica a necessidade de se fazer uma filosofia da agronomia, com temática alocada dentro das filosofias da ciência e da tecnologia.
A pergunta e problema central a ser respondida é: a agronomia precisa de uma filosofia da agronomia? Face a este objetivo primordial, outros secundários são formulados na construção da proposta, e na averiguação das hipóteses, que inclui metodologia baseada na observação histórica e a conversação com autores que se vinculam à reflexão filosófica de diferentes áreas.
A agronomia pode ser compreendida como uma ciência de ampla abordagem e profunda história, conectada a muitas interpretações filosóficas possíveis e com cenários provocativos, como os ligados à fome, à sustentabilidade, às polêmicas atuais e às diversidades que envolvem o meio rural.
O contexto agronômico invoca pressupostos e oportunidades na criação de uma filosofia da agronomia, que essa pesquisa se atenta a indicar e pretende argumentar em defesa.
Esse artigo não teve a finalidade de esgotar o assunto, mas fornecer alguns argumentos sobre a necessidade de se fazer uma filosofia da agronomia e como fazê-la, além de prover alguns horizontes, em um ambiente teórico de escassa bibliografia específica.
Para melhor expor o tratamento assumido, o artigo foi dividido, após a introdução, nos seguintes pontos: perguntas que serão e não serão respondidas por esse trabalho; a pergunta primordial!; o que há para uma filosofia da agronomia?; algumas outras perguntas que vêm na sequência e precisam ser respondidas!; qual linha na filosofia da ciência tem maior poder explicativo para uma epistemologia da agronomia? A partir de discernimentos que devem ser mais bem discutidos em obras futuras, propõe-se que a agronomia é uma ciência moderna, de amplo tratamento e protagonismo atual, que parece estar vinculada mais à abordagem historicista, a exemplo da perspectiva de autores como Thomas Kuhn, Paul Feyerabend e Larry Laudan.
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