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VAMOS DAR A MEIA-VOLTA, VOLTA E MEIA VAMOS DAR: O BRINQUEDO CANTADO E SUAS INFLUÊNCIAS NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
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O objetivo deste artigo[1] é analisar e compreender as implicações do brinquedo cantado no desenvolvimento infantil. Entendemos que, quando estamos muito próximos ou envolvidos com alguma questão, ou quando estamos muito distantes delas, corremos o risco de não as compreendermos bem. Ambas as atitudes são prejudiciais à análise e ao entendimento do nosso objeto de estudo. Assim, ao abordar a questão do “Brinquedo cantado e suas influências na Educação Infantil (EI)” procuramos, ao mesmo tempo, não mergulharmos e ficarmos presos em nossa prática, como também não nos distanciarmos dela, mas, encontrar um modo de aproximação e afastamento equilibrado para compreendê-la. Demos ênfase aos referenciais teóricos, sem, contudo, deixar de lado nossas experiências em sala de aula para enriquecê-los. Fizemos registros sobre o brinquedo cantado e sua inserção na EI, analisando à luz dos autores: Vygotsky (1998, 2003, 2001), Vigotskii, Luria e Leontiev (2001), Leontiev (2001), Arce (2006), Rego (1995), Machado (1986), Marsiglia (2011), Duarte (2007), Galvão (1995), dentre outros. A partir dos resultados deste estudo, entendemos que as brincadeiras de roda, as canções de ninar e outras manifestações folclóricas sempre estiveram presentes na vivência do homem. A escola tem um importante papel de incentivar os brinquedos cantados, pois estes trazem elementos de uma totalidade que permite explorar as potencialidades do ser humano e um conhecimento em si, que não pode ser descartado, sob pena, de cercear os princípios da liberdade e construção da identidade da criança. [1] Este estudo refere-se a uma pesquisa de dissertação de mestrado, realizada no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Teologia e Filosofia Fides Reformata – FATEEFFIR, do Mestrado em Educação Holística (NOGUEIRA, 2014). Trazemos neste texto, parte dos dados desta pesquisa.
Universidade Federal de Jataí
Title: VAMOS DAR A MEIA-VOLTA, VOLTA E MEIA VAMOS DAR: O BRINQUEDO CANTADO E SUAS INFLUÊNCIAS NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
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O objetivo deste artigo[1] é analisar e compreender as implicações do brinquedo cantado no desenvolvimento infantil.
Entendemos que, quando estamos muito próximos ou envolvidos com alguma questão, ou quando estamos muito distantes delas, corremos o risco de não as compreendermos bem.
Ambas as atitudes são prejudiciais à análise e ao entendimento do nosso objeto de estudo.
Assim, ao abordar a questão do “Brinquedo cantado e suas influências na Educação Infantil (EI)” procuramos, ao mesmo tempo, não mergulharmos e ficarmos presos em nossa prática, como também não nos distanciarmos dela, mas, encontrar um modo de aproximação e afastamento equilibrado para compreendê-la.
Demos ênfase aos referenciais teóricos, sem, contudo, deixar de lado nossas experiências em sala de aula para enriquecê-los.
Fizemos registros sobre o brinquedo cantado e sua inserção na EI, analisando à luz dos autores: Vygotsky (1998, 2003, 2001), Vigotskii, Luria e Leontiev (2001), Leontiev (2001), Arce (2006), Rego (1995), Machado (1986), Marsiglia (2011), Duarte (2007), Galvão (1995), dentre outros.
A partir dos resultados deste estudo, entendemos que as brincadeiras de roda, as canções de ninar e outras manifestações folclóricas sempre estiveram presentes na vivência do homem.
A escola tem um importante papel de incentivar os brinquedos cantados, pois estes trazem elementos de uma totalidade que permite explorar as potencialidades do ser humano e um conhecimento em si, que não pode ser descartado, sob pena, de cercear os princípios da liberdade e construção da identidade da criança.
[1] Este estudo refere-se a uma pesquisa de dissertação de mestrado, realizada no Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Teologia e Filosofia Fides Reformata – FATEEFFIR, do Mestrado em Educação Holística (NOGUEIRA, 2014).
Trazemos neste texto, parte dos dados desta pesquisa.
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