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PERFIL SEMIOLÓGICO DE PACIENTES ACOMETIDOS POR ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
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Objetivo: Conhecer o perfil semiológico de pacientes com diagnóstico de acidente vascular encefálico. Método: Trata-se de um estudo retrospectivo, realizado através da análise de prontuários, de forma descritiva, com abordagem quantitativa, desenvolvida nos meses de março e abril de 2019. O estudo foi composto por cinquenta prontuários de pacientes com diagnóstico de acidente vascular encefálico que foram atendidos entre os anos de 2013 a 2017. Inclusos os pacientes de ambos os sexos, de todas as idades, cadastrados no setor de fisioterapia neurofuncional da clínica Santa Maria, e como critérios de exclusão, tem-se os prontuários incompletos, ilegíveis ou que o termo de consentimento não estivesse assinado pelo paciente ou responsável. O instrumento de coleta de dados foi adaptado a partir da ficha de avaliação neurofuncional da clínica escola, onde foram abordados os itens do perfil socioeconômico, diagnóstico clínico, exames complementares, exame físico: tônus muscular, sensibilidade (superficial e profunda), reflexos, coordenação, equilíbrio, marcha, linguagem, força muscular e amplitude de movimento. Foi empregada estatística descritiva com realização de cálculos de frequência absoluta (n) e relativa (%), medidas de tendência central (média), sendo os resultados apresentados em forma de tabelas e figuras, seguindo os aspectos éticos que envolvem a pesquisa com seres humanos. Resultados: Observou-se em relação ao perfil sociodemográfico a prevalência do sexo masculino com 56%, faixa etária de 50 a 70 anos com 60%, casados (70%), ensino fundamental completo com 40%. Em relação ao perfil semiológico foram encontradas como prevalentes: comprometimento do tipo isquêmico (92%), tônus hipotônico (60%), hipotrofismo (18%), hipoestesia (22%), hiporreflexia (30%), alteração de coordenação (54%), equilíbrio dinâmico (34%), alteração da marcha (84%) e linguagem (26%). Conclusão: O estudo evidenciou o maior comprometimento de acidente vascular encefálico do tipo isquêmico, sendo as alterações da marcha, tônus hipotônico e coordenação motora as alterações semiológicas mais prevalentes.
Descritores: Acidente vascular encefálico. Manifestações clínicas. Neurologia.
Title: PERFIL SEMIOLÓGICO DE PACIENTES ACOMETIDOS POR ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
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Objetivo: Conhecer o perfil semiológico de pacientes com diagnóstico de acidente vascular encefálico.
Método: Trata-se de um estudo retrospectivo, realizado através da análise de prontuários, de forma descritiva, com abordagem quantitativa, desenvolvida nos meses de março e abril de 2019.
O estudo foi composto por cinquenta prontuários de pacientes com diagnóstico de acidente vascular encefálico que foram atendidos entre os anos de 2013 a 2017.
Inclusos os pacientes de ambos os sexos, de todas as idades, cadastrados no setor de fisioterapia neurofuncional da clínica Santa Maria, e como critérios de exclusão, tem-se os prontuários incompletos, ilegíveis ou que o termo de consentimento não estivesse assinado pelo paciente ou responsável.
O instrumento de coleta de dados foi adaptado a partir da ficha de avaliação neurofuncional da clínica escola, onde foram abordados os itens do perfil socioeconômico, diagnóstico clínico, exames complementares, exame físico: tônus muscular, sensibilidade (superficial e profunda), reflexos, coordenação, equilíbrio, marcha, linguagem, força muscular e amplitude de movimento.
Foi empregada estatística descritiva com realização de cálculos de frequência absoluta (n) e relativa (%), medidas de tendência central (média), sendo os resultados apresentados em forma de tabelas e figuras, seguindo os aspectos éticos que envolvem a pesquisa com seres humanos.
Resultados: Observou-se em relação ao perfil sociodemográfico a prevalência do sexo masculino com 56%, faixa etária de 50 a 70 anos com 60%, casados (70%), ensino fundamental completo com 40%.
Em relação ao perfil semiológico foram encontradas como prevalentes: comprometimento do tipo isquêmico (92%), tônus hipotônico (60%), hipotrofismo (18%), hipoestesia (22%), hiporreflexia (30%), alteração de coordenação (54%), equilíbrio dinâmico (34%), alteração da marcha (84%) e linguagem (26%).
Conclusão: O estudo evidenciou o maior comprometimento de acidente vascular encefálico do tipo isquêmico, sendo as alterações da marcha, tônus hipotônico e coordenação motora as alterações semiológicas mais prevalentes.
Descritores: Acidente vascular encefálico.
Manifestações clínicas.
Neurologia.
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