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OZÔNIO COMO AGENTE ANTIMICROBIANO NA ODONTOLOGIA: REVISÃO DE LITERATURA
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Introdução: O ozônio (O3) é um gás formado por três átomos de oxigênio, que está presente na estratosfera, com a função de proteger os seres vivos dos raios ultravioleta. O primeiro dentista a utilizar o ozônio foi o alemão Edward Fisch, na década de 1950, para desinfecção e cicatrização de feridas durante cirurgias dentárias. Na atualidade, a ozonioterapia pode ser empregada para o tratamento de variadas doenças sistêmicas e orais. Objetivo: Revisar a literatura para analisar os efeitos antimicrobianos da ozonioterapia na odontologia. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo qualitativo realizado por meio de uma revisão de literatura. Foram utilizados artigos científicos publicados no período de 1972 a 2021, pesquisados nas bases de dados digitais PubMed, SciELO, Bireme e Google Scholar, nas línguas inglesa e portuguesa. Resultados: Selecionados 70 artigos, lidos e analisados de forma criteriosa, dos quais 47 foram os que corresponderam aos critérios de inclusão. Revisão de literatura: A ozonioterapia é um procedimento simples, com menor tempo de tratamento, minimamente invasivo e de baixo custo, possui ação antimicrobiana, analgésica, anti-inflamatória, imunoestimulante, anti-hipóxica, biossintética e bioenergética e sua utilização consolidou-se ao longo dos anos, e abrangeu a maioria das especialidades odontológicas, como: Dentística, Endodontia, Periodontia, Implantodontia e Estomatologia. Conclusões: Apesar de diversos estudos consultados apresentarem resultados positivos do emprego desta terapêutica na redução e controle da microbiota oral, a ozonioterapia ainda não pode ser considerada uma modalidade antimicrobiana complementar ou substitutiva, pois não proporciona mudanças significativas ou benefícios adicionais aos tratamentos convencionais.
Title: OZÔNIO COMO AGENTE ANTIMICROBIANO NA ODONTOLOGIA: REVISÃO DE LITERATURA
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Introdução: O ozônio (O3) é um gás formado por três átomos de oxigênio, que está presente na estratosfera, com a função de proteger os seres vivos dos raios ultravioleta.
O primeiro dentista a utilizar o ozônio foi o alemão Edward Fisch, na década de 1950, para desinfecção e cicatrização de feridas durante cirurgias dentárias.
Na atualidade, a ozonioterapia pode ser empregada para o tratamento de variadas doenças sistêmicas e orais.
Objetivo: Revisar a literatura para analisar os efeitos antimicrobianos da ozonioterapia na odontologia.
Materiais e métodos: Trata-se de um estudo qualitativo realizado por meio de uma revisão de literatura.
Foram utilizados artigos científicos publicados no período de 1972 a 2021, pesquisados nas bases de dados digitais PubMed, SciELO, Bireme e Google Scholar, nas línguas inglesa e portuguesa.
Resultados: Selecionados 70 artigos, lidos e analisados de forma criteriosa, dos quais 47 foram os que corresponderam aos critérios de inclusão.
Revisão de literatura: A ozonioterapia é um procedimento simples, com menor tempo de tratamento, minimamente invasivo e de baixo custo, possui ação antimicrobiana, analgésica, anti-inflamatória, imunoestimulante, anti-hipóxica, biossintética e bioenergética e sua utilização consolidou-se ao longo dos anos, e abrangeu a maioria das especialidades odontológicas, como: Dentística, Endodontia, Periodontia, Implantodontia e Estomatologia.
Conclusões: Apesar de diversos estudos consultados apresentarem resultados positivos do emprego desta terapêutica na redução e controle da microbiota oral, a ozonioterapia ainda não pode ser considerada uma modalidade antimicrobiana complementar ou substitutiva, pois não proporciona mudanças significativas ou benefícios adicionais aos tratamentos convencionais.
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