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SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA INTENSIVA: PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS E CULTURA DE SEGURANÇA

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A segurança do paciente constitui um dos pilares da qualidade assistencial em unidades de terapia intensiva, ambiente caracterizado pela elevada complexidade clínica, utilização intensiva de tecnologias, múltiplas intervenções invasivas e necessidade de decisões rápidas e contínuas. A gravidade dos pacientes, associada ao grande volume de procedimentos e à interação entre diferentes profissionais, aumenta a probabilidade de ocorrência de eventos adversos potencialmente evitáveis, como infecções relacionadas à assistência à saúde, erros de medicação, lesões por pressão, falhas de comunicação, extubações acidentais e complicações associadas a dispositivos invasivos. Nas últimas décadas, a implementação de protocolos assistenciais, bundles, checklists, programas de vigilância epidemiológica e estratégias voltadas ao fortalecimento da cultura de segurança modificou significativamente a organização da assistência intensiva. Paralelamente, conceitos como trabalho em equipe, comunicação efetiva, aprendizagem organizacional e notificação não punitiva de incidentes passaram a integrar as recomendações internacionais para promoção da qualidade do cuidado. Este capítulo revisa os principais aspectos relacionados à segurança do paciente em terapia intensiva, discutindo os eventos adversos mais frequentes, as estratégias de prevenção, a utilização de protocolos assistenciais, o papel da comunicação interdisciplinar e a construção de uma cultura organizacional voltada para a melhoria contínua da assistência e a redução de danos evitáveis.
Title: SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA INTENSIVA: PROTOCOLOS ASSISTENCIAIS E CULTURA DE SEGURANÇA
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A segurança do paciente constitui um dos pilares da qualidade assistencial em unidades de terapia intensiva, ambiente caracterizado pela elevada complexidade clínica, utilização intensiva de tecnologias, múltiplas intervenções invasivas e necessidade de decisões rápidas e contínuas.
A gravidade dos pacientes, associada ao grande volume de procedimentos e à interação entre diferentes profissionais, aumenta a probabilidade de ocorrência de eventos adversos potencialmente evitáveis, como infecções relacionadas à assistência à saúde, erros de medicação, lesões por pressão, falhas de comunicação, extubações acidentais e complicações associadas a dispositivos invasivos.
Nas últimas décadas, a implementação de protocolos assistenciais, bundles, checklists, programas de vigilância epidemiológica e estratégias voltadas ao fortalecimento da cultura de segurança modificou significativamente a organização da assistência intensiva.
Paralelamente, conceitos como trabalho em equipe, comunicação efetiva, aprendizagem organizacional e notificação não punitiva de incidentes passaram a integrar as recomendações internacionais para promoção da qualidade do cuidado.
Este capítulo revisa os principais aspectos relacionados à segurança do paciente em terapia intensiva, discutindo os eventos adversos mais frequentes, as estratégias de prevenção, a utilização de protocolos assistenciais, o papel da comunicação interdisciplinar e a construção de uma cultura organizacional voltada para a melhoria contínua da assistência e a redução de danos evitáveis.

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