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Inovações na área da saúde para doenças negligenciadas
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Introdução: A Fundação Rockefeller propôs, por meio de um programa “The Great Neglected Diseases”, na década de 1970, o emprego do termo “doenças negligenciadas”, que corresponde a doenças que não só prevalecem em condições de pobreza, mas também contribuem para a manutenção do quadro de desigualdade, já que representam forte entrave ao desenvolvimento dos países. (SOUZA, 2010). Organização Mundial de Saúde (OMS) junto aos Médicos Sem Fronteiras propuseram, em 2001, a classificação das doenças negligenciadas (mais prevalentes em países em desenvolvimento) e as mais negligenciadas (exclusivas em países em desenvolvimento). Este termo tem sido desde então utilizado para se referir a um conjunto de doenças causadas por agentes infecciosos e parasitários (vírus, bactérias, protozoários e helmintos) que são endêmicas em populações de baixa renda. (OMS, 2001.). No Brasil, as principais doenças negligenciadas são: dengue, doenças de Chagas, leishmaniose, hanseníase, malária, esquistossomose e tuberculose. (SANTOS et al, 2013). As atividades em pesquisas, até os dias de hoje, não são suficientes para o controle das doenças negligenciadas, mas apenas um componente de um complexo sistema de inovação em saúde. Além do conhecimento insuficiente, as doenças negligenciadas persistem por pelos altos custos dos medicamentos ou vacinas e ao planejamento deficiente no sistema de saúde. Desta forma, desenvolver uma abordagem sistêmica de gestão da inovação, de modo a gerar subsídios para o SUS e a política industrial em saúde, fundamentada em sólida base de pesquisa e formação de recursos humanos, atuando em constante interação com a sociedade é o principal meio para o controle dessas doenças. (INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA EM INOVAÇÃO DE DOENÇAS NEGLIGENCIADAS). Objetivo: O artigo de revisão proposto tem como objetivo abordar as doenças negligenciadas tendo como enfoque as inovações na área de saúde, visando à prevenção e controle dessas enfermidades. Será feito uma revisão da literatura existente e comparação dos resultados já encontrados. Método: Estudo bibliográfico será realizado mediante a busca sistemática de periódicos em sites eletrônicos. Possuirá abordagem qualitativa descritiva. A pesquisa pelos artigos será realizada nos sites da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e site Scientific Electronic Library Online (SCIELO) através da associação das palavras-chaves: doenças negligenciadas, tecnologia e inovações. Os critérios de inclusão utilizados serão: periódicos impressos ou online, em língua portuguesa e inglesa, publicadas entre os anos de 2001 a 2014. Serão excluídas do artigo, pesquisas feitas através de teses, resumos, boletins informativos, cartilhas e anais de eventos científicos. Conclusão: A relevância deste trabalho é, portanto, analisar as inovações na área de saúde, a fim de listar as novas formas mais de tratamento dessas doenças. O investimento em medidas na área da saúde para prevenção e o controle de doenças negligenciadas é extremamente necessário, uma vez que, mais de um bilhão de pessoas estão infectadas com uma ou mais doenças negligenciadas, o que representa um sexto da população mundial.
Title: Inovações na área da saúde para doenças negligenciadas
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Introdução: A Fundação Rockefeller propôs, por meio de um programa “The Great Neglected Diseases”, na década de 1970, o emprego do termo “doenças negligenciadas”, que corresponde a doenças que não só prevalecem em condições de pobreza, mas também contribuem para a manutenção do quadro de desigualdade, já que representam forte entrave ao desenvolvimento dos países.
(SOUZA, 2010).
Organização Mundial de Saúde (OMS) junto aos Médicos Sem Fronteiras propuseram, em 2001, a classificação das doenças negligenciadas (mais prevalentes em países em desenvolvimento) e as mais negligenciadas (exclusivas em países em desenvolvimento).
Este termo tem sido desde então utilizado para se referir a um conjunto de doenças causadas por agentes infecciosos e parasitários (vírus, bactérias, protozoários e helmintos) que são endêmicas em populações de baixa renda.
(OMS, 2001.
).
No Brasil, as principais doenças negligenciadas são: dengue, doenças de Chagas, leishmaniose, hanseníase, malária, esquistossomose e tuberculose.
(SANTOS et al, 2013).
As atividades em pesquisas, até os dias de hoje, não são suficientes para o controle das doenças negligenciadas, mas apenas um componente de um complexo sistema de inovação em saúde.
Além do conhecimento insuficiente, as doenças negligenciadas persistem por pelos altos custos dos medicamentos ou vacinas e ao planejamento deficiente no sistema de saúde.
Desta forma, desenvolver uma abordagem sistêmica de gestão da inovação, de modo a gerar subsídios para o SUS e a política industrial em saúde, fundamentada em sólida base de pesquisa e formação de recursos humanos, atuando em constante interação com a sociedade é o principal meio para o controle dessas doenças.
(INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA EM INOVAÇÃO DE DOENÇAS NEGLIGENCIADAS).
Objetivo: O artigo de revisão proposto tem como objetivo abordar as doenças negligenciadas tendo como enfoque as inovações na área de saúde, visando à prevenção e controle dessas enfermidades.
Será feito uma revisão da literatura existente e comparação dos resultados já encontrados.
Método: Estudo bibliográfico será realizado mediante a busca sistemática de periódicos em sites eletrônicos.
Possuirá abordagem qualitativa descritiva.
A pesquisa pelos artigos será realizada nos sites da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e site Scientific Electronic Library Online (SCIELO) através da associação das palavras-chaves: doenças negligenciadas, tecnologia e inovações.
Os critérios de inclusão utilizados serão: periódicos impressos ou online, em língua portuguesa e inglesa, publicadas entre os anos de 2001 a 2014.
Serão excluídas do artigo, pesquisas feitas através de teses, resumos, boletins informativos, cartilhas e anais de eventos científicos.
Conclusão: A relevância deste trabalho é, portanto, analisar as inovações na área de saúde, a fim de listar as novas formas mais de tratamento dessas doenças.
O investimento em medidas na área da saúde para prevenção e o controle de doenças negligenciadas é extremamente necessário, uma vez que, mais de um bilhão de pessoas estão infectadas com uma ou mais doenças negligenciadas, o que representa um sexto da população mundial.
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