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Germinação e condutividade elétrica de sementes de Schinus terebinthifolius (Anacardiaceae)
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A principal forma de propagação de Schinus terebinthifolius é por sementes, contudo pouco se conhece sobre os testes para a avaliação da qualidade fisiológica das sementes dessa espécie. Os objetivos do presente trabalho foram avaliar a influência da temperatura no teste de germinação em sementes de S. terebinthifolius e verificar a eficiência do teste de condutividade elétrica. Sementes de três lotes foram submetidas a teste de germinação nas temperaturas de 20ºC e 25ºC e a testes de vigor: índice de velocidade de germinação, tempo médio de germinação, comprimento de plântula e condutividade elétrica, com leituras após 0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 24, 26 e 28 horas de embebição. Obtiveram-se plântulas mais vigorosas e resultados superiores para o índice de velocidade de germinação, tempo médio de germinação e comprimento de plântulas na temperatura de 25ºC. No teste de condutividade elétrica, após 10 horas de embebição, as leituras foram estabilizadas e permitiram a comparação entre lotes. A temperatura de 25ºC é mais adequada para a condução do teste de germinação de sementes de S. terebinthifolius, e o teste de condutividade elétrica não é recomendado para a análise da qualidade fisiológica das sementes de tal espécie.
Fundacao Educacional da Regiao de Joinville - Univille
Title: Germinação e condutividade elétrica de sementes de Schinus terebinthifolius (Anacardiaceae)
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A principal forma de propagação de Schinus terebinthifolius é por sementes, contudo pouco se conhece sobre os testes para a avaliação da qualidade fisiológica das sementes dessa espécie.
Os objetivos do presente trabalho foram avaliar a influência da temperatura no teste de germinação em sementes de S.
terebinthifolius e verificar a eficiência do teste de condutividade elétrica.
Sementes de três lotes foram submetidas a teste de germinação nas temperaturas de 20ºC e 25ºC e a testes de vigor: índice de velocidade de germinação, tempo médio de germinação, comprimento de plântula e condutividade elétrica, com leituras após 0, 2, 4, 6, 8, 10, 12, 24, 26 e 28 horas de embebição.
Obtiveram-se plântulas mais vigorosas e resultados superiores para o índice de velocidade de germinação, tempo médio de germinação e comprimento de plântulas na temperatura de 25ºC.
No teste de condutividade elétrica, após 10 horas de embebição, as leituras foram estabilizadas e permitiram a comparação entre lotes.
A temperatura de 25ºC é mais adequada para a condução do teste de germinação de sementes de S.
terebinthifolius, e o teste de condutividade elétrica não é recomendado para a análise da qualidade fisiológica das sementes de tal espécie.
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