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DESEMPENHO AGRONÔMICO DE MILHO CULTIVADO COM FONTES E DOSES DE BORO
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O milho é uma cultura de grande importância socioeconômica, devido seu alto valor energético e utilização na alimentação humana e animal. Objetivou-se neste trabalho avaliar as características agronômicas da cultura do milho cultivada com fontes e doses de B. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, esquema fatorial 3x4 com três fontes de B (ácido bórico, bórax e ulexita) e quatro doses (0; 1,5; 3,0 e 4,5 kg ha-1), com quatro repetições por tratamento. O experimento foi realizado em 2 safras consecutivas. As variáveis analisadas foram: altura de planta, altura de inserção da primeira espiga, comprimento da espiga, número de fileiras de grãos por espiga, número de grãos por fileira, massa de mil grãos e produtividade. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo Teste de Tukey a 5% de significância. Para comprimento da espiga houve interação entre os fatores no primeiro ano, na dose de 1,5 kg ha-1 o Ácido Bórico foi superior ao Boráx e Ulexita. Para produtividade houve diferença entre as fontes e doses nas duas safras e a Ulexita foi superior às demais fontes, pela análise de regressão a dose de 1,6 kg ha-1 apresentou maior produtividade na primeira safra, e a dose de 2,03 kg ha-1 na segunda safra. Para altura de planta, altura de inserção da primeira espiga, número de fileiras de grãos, número de grãos por fileira e massa de 1000 grãos não houve diferença entre as fontes e doses de B.
State University of Mato Grosso do Sul
Title: DESEMPENHO AGRONÔMICO DE MILHO CULTIVADO COM FONTES E DOSES DE BORO
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O milho é uma cultura de grande importância socioeconômica, devido seu alto valor energético e utilização na alimentação humana e animal.
Objetivou-se neste trabalho avaliar as características agronômicas da cultura do milho cultivada com fontes e doses de B.
O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, esquema fatorial 3x4 com três fontes de B (ácido bórico, bórax e ulexita) e quatro doses (0; 1,5; 3,0 e 4,5 kg ha-1), com quatro repetições por tratamento.
O experimento foi realizado em 2 safras consecutivas.
As variáveis analisadas foram: altura de planta, altura de inserção da primeira espiga, comprimento da espiga, número de fileiras de grãos por espiga, número de grãos por fileira, massa de mil grãos e produtividade.
Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo Teste de Tukey a 5% de significância.
Para comprimento da espiga houve interação entre os fatores no primeiro ano, na dose de 1,5 kg ha-1 o Ácido Bórico foi superior ao Boráx e Ulexita.
Para produtividade houve diferença entre as fontes e doses nas duas safras e a Ulexita foi superior às demais fontes, pela análise de regressão a dose de 1,6 kg ha-1 apresentou maior produtividade na primeira safra, e a dose de 2,03 kg ha-1 na segunda safra.
Para altura de planta, altura de inserção da primeira espiga, número de fileiras de grãos, número de grãos por fileira e massa de 1000 grãos não houve diferença entre as fontes e doses de B.
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