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COLONIZAÇÃO CAPITALISTA DA SUBJETIVIDADE

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Este ensaio trata sobre o uso da religião e da estética na reposição do consentimento social ao capitalismo. Ele se apodera de todos os recursos da natureza. Mas não basta manter a exploração de terras, recursos e tecnologias. Para garantir a reprodução ampliada o capital realiza uma colonização das almas. Ele produz subjetividades que lhe são conformes. Para viabilizar o governo das almas, o capitalismo necessita da adesão das pessoas, para isso ele deve realizar suas necessidades e desejos. Mas como obter consentimento livres das pessoas ao seu sujeitamento? O artigo analisa duas respostas: a imposição do narcisismo estrutural, de I. Charim e o sequestro do princípio do prazer, de C. Türcke. Há uma complementariedade entre as posições, a colonização das subjetividades se dá tanto por uma constrição estrutural como pela via do sequestro do princípio do prazer.  Tal colonização requer um longo processo pedagógico. A relativa novidade é a participação intensa da religião nesse processo.
Pontificia Universidade Catolica de Goias -PUC Goias
Title: COLONIZAÇÃO CAPITALISTA DA SUBJETIVIDADE
Description:
Este ensaio trata sobre o uso da religião e da estética na reposição do consentimento social ao capitalismo.
Ele se apodera de todos os recursos da natureza.
Mas não basta manter a exploração de terras, recursos e tecnologias.
Para garantir a reprodução ampliada o capital realiza uma colonização das almas.
Ele produz subjetividades que lhe são conformes.
Para viabilizar o governo das almas, o capitalismo necessita da adesão das pessoas, para isso ele deve realizar suas necessidades e desejos.
Mas como obter consentimento livres das pessoas ao seu sujeitamento? O artigo analisa duas respostas: a imposição do narcisismo estrutural, de I.
Charim e o sequestro do princípio do prazer, de C.
Türcke.
Há uma complementariedade entre as posições, a colonização das subjetividades se dá tanto por uma constrição estrutural como pela via do sequestro do princípio do prazer.
  Tal colonização requer um longo processo pedagógico.
A relativa novidade é a participação intensa da religião nesse processo.

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