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ESTUDO DE POTENCIAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS EM IDOSOS PERTENCENTES À COMUNIDADE DE UMA UNIVERSIDADE PRIVADA
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Objetivo: verificar a prevalência de potenciais interações medicamentosas em idosos de uma associação de aposentados de Santo Ângelo. Metodologia: estudo observacional, transversal, analítico e quantitativo, com dados de 203 idosos de ambos os sexos, coletados por meio de um questionário sociodemográfico e um questionário da metodologia Dáder modificado. As interações foram analisadas usando a base de dados do Micromedex Health Series e foram realizadas análises estatísticas descritivas e teste de hipótese. Resultados e Discussões: 79,3% dos idosos (n=161/203) apresentaram potenciais interações medicamentosas, com até 25 interações para um mesmo paciente. A maioria era do sexo feminino (64%), casada (55,28%), com baixa escolaridade (78,26%) e renda igual ou inferior a 4 salários mínimos (88,2%). Destes, 81,37% (n=131/161) tinham interações de severidade moderada. Observou-se que 73,91% (n=119/161) dos idosos estavam predispostos a interações entre medicamentos contínuos e eventuais, sendo os medicamentos eventuais não prescritos pelo médico. As interações mais prevalentes foram: dipirona x losartana (14,9%); alendronato de sódio x carbonato de cálcio (11,8%); Ácido Acetilsalicílico x dipirona (10,5%); Ácido Acetilsalicílico x hidroclorotiazida (10,5%). 58,38% (n=94/161) apresentaram entre 1 e 4 potenciais interações. A análise revelou associação entre interações e uso de polifarmácia e medicamentos eventuais. Conclusão: O uso de polifarmácia, embora muitas vezes necessário, pode ser perigoso, com o uso de até 5 medicamentos podendo desencadear interações de severidade moderada.
Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missoes
Title: ESTUDO DE POTENCIAIS INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS EM IDOSOS PERTENCENTES À COMUNIDADE DE UMA UNIVERSIDADE PRIVADA
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Objetivo: verificar a prevalência de potenciais interações medicamentosas em idosos de uma associação de aposentados de Santo Ângelo.
Metodologia: estudo observacional, transversal, analítico e quantitativo, com dados de 203 idosos de ambos os sexos, coletados por meio de um questionário sociodemográfico e um questionário da metodologia Dáder modificado.
As interações foram analisadas usando a base de dados do Micromedex Health Series e foram realizadas análises estatísticas descritivas e teste de hipótese.
Resultados e Discussões: 79,3% dos idosos (n=161/203) apresentaram potenciais interações medicamentosas, com até 25 interações para um mesmo paciente.
A maioria era do sexo feminino (64%), casada (55,28%), com baixa escolaridade (78,26%) e renda igual ou inferior a 4 salários mínimos (88,2%).
Destes, 81,37% (n=131/161) tinham interações de severidade moderada.
Observou-se que 73,91% (n=119/161) dos idosos estavam predispostos a interações entre medicamentos contínuos e eventuais, sendo os medicamentos eventuais não prescritos pelo médico.
As interações mais prevalentes foram: dipirona x losartana (14,9%); alendronato de sódio x carbonato de cálcio (11,8%); Ácido Acetilsalicílico x dipirona (10,5%); Ácido Acetilsalicílico x hidroclorotiazida (10,5%).
58,38% (n=94/161) apresentaram entre 1 e 4 potenciais interações.
A análise revelou associação entre interações e uso de polifarmácia e medicamentos eventuais.
Conclusão: O uso de polifarmácia, embora muitas vezes necessário, pode ser perigoso, com o uso de até 5 medicamentos podendo desencadear interações de severidade moderada.
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