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COMUNICANTES FALTOSOS DOS PORTADORES DE HANSENÍASE: UMA TRANSMISSÃO SILENCIOSA

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A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo M. leprae, de dimensão social inigualável, que apresenta alta infectividade e baixa patogenicidade, o que significa que muitos se infectam, mas poucos adoecem (PARDINI; FREITAS, 2008). A transmissão do bacilo ocorre pelas vias aéreas superiores de pessoas multibacilares através do contato frequente e prolongado com as pessoas não tratadas. Em situações mais graves quando o agente infectante não encontra resistência para se multiplicar, este é disseminado para outros tecidos (ARAÚJO, 2003).O diagnóstico precoce e o tratamento imediato contribuem para reduzir a incidência da doença, risco de incapacidades, sequelas e de deformidades. Mas em muitas situações a pessoa mesmo que complete o tratamento com êxito, posteriormente, desenvolve novos sinais e sintomas da doença, consideradas recidivas (AYRES; DUARTE; SIMONETTI, 2009).A vigilância epidemiológica dos comunicantes visa detectar casos novos entre os contatos domiciliares do doente e programar medidas preventivas, a fim de contribuir para o rompimento da cadeia de transmissão da doença. Comparado à população em geral, o maior risco de adoecimento está entre os contatos domiciliares, o que indica que tanto o tipo de hanseníase quanto as distâncias do caso índice são fatores importantes para o risco da doença (LOBATO et al, 2016).No Brasil as taxas de prevalência da hanseníase entre os contatos intradomiciliares da hanseníase são pelo menos 12 vezes maiores. E indicam a importância da vigilância dos contatos em um contexto de alta endemicidade, assim como expressaram que, embora a vigilância de contatos possa ser uma atividade difícil e árdua, ela pode trazer resultados palpáveis, tanto para o controle como para a eliminação da hanseníase (PINTO NETO, 2002).Esse estudo focalizou a vigilância dos comunicantes intrafamiliares, meio onde pode ocorrer a transmissão da doença, afinal todo portador da doença primeiro foi um comunicante, então se faz necessário ter um enfoque de vigilância muito maior, por ser um grupo vulnerável, ajudando a detectar precocemente casos novos.Assim, questiona-se: Qual a frequência de comunicantes examinados para prevenção da hanseníase em Feira de Santana no ano de 2016?
Title: COMUNICANTES FALTOSOS DOS PORTADORES DE HANSENÍASE: UMA TRANSMISSÃO SILENCIOSA
Description:
A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada pelo M.
leprae, de dimensão social inigualável, que apresenta alta infectividade e baixa patogenicidade, o que significa que muitos se infectam, mas poucos adoecem (PARDINI; FREITAS, 2008).
A transmissão do bacilo ocorre pelas vias aéreas superiores de pessoas multibacilares através do contato frequente e prolongado com as pessoas não tratadas.
Em situações mais graves quando o agente infectante não encontra resistência para se multiplicar, este é disseminado para outros tecidos (ARAÚJO, 2003).
O diagnóstico precoce e o tratamento imediato contribuem para reduzir a incidência da doença, risco de incapacidades, sequelas e de deformidades.
Mas em muitas situações a pessoa mesmo que complete o tratamento com êxito, posteriormente, desenvolve novos sinais e sintomas da doença, consideradas recidivas (AYRES; DUARTE; SIMONETTI, 2009).
A vigilância epidemiológica dos comunicantes visa detectar casos novos entre os contatos domiciliares do doente e programar medidas preventivas, a fim de contribuir para o rompimento da cadeia de transmissão da doença.
Comparado à população em geral, o maior risco de adoecimento está entre os contatos domiciliares, o que indica que tanto o tipo de hanseníase quanto as distâncias do caso índice são fatores importantes para o risco da doença (LOBATO et al, 2016).
No Brasil as taxas de prevalência da hanseníase entre os contatos intradomiciliares da hanseníase são pelo menos 12 vezes maiores.
E indicam a importância da vigilância dos contatos em um contexto de alta endemicidade, assim como expressaram que, embora a vigilância de contatos possa ser uma atividade difícil e árdua, ela pode trazer resultados palpáveis, tanto para o controle como para a eliminação da hanseníase (PINTO NETO, 2002).
Esse estudo focalizou a vigilância dos comunicantes intrafamiliares, meio onde pode ocorrer a transmissão da doença, afinal todo portador da doença primeiro foi um comunicante, então se faz necessário ter um enfoque de vigilância muito maior, por ser um grupo vulnerável, ajudando a detectar precocemente casos novos.
Assim, questiona-se: Qual a frequência de comunicantes examinados para prevenção da hanseníase em Feira de Santana no ano de 2016?.

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