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A noção de campo psíquico inconsciente em Carl Gustav Jung: O self e sua prefiguração no arquétipo Cristo - Notas em Edith Stein
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Neste estudo, investigou-se nos escritos de Carl Gustav Jung a noção de campo psíquico inconsciente e de seu centro regulador das atividades psíquicas: o self. Delimitou-se o presente estudo no arquétipo cristão, considerado o fenômeno da diversidade religiosa que permeia a cultura ocidental. No percurso teórico-metodológico, delineou-se uma pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica, que reuniu os escritos de Carl G. Jung com recurso a Edith Stein. Na cultura ocidental, o arquétipo self prefigura-se na imagem de Cristo. No arquétipo Cristo, Carl G. Jung identificou a manifestação simbólica do arquétipo central da psique humana e coletiva: o Self projetado da contemporaneidade. Nas intervenções clínicas, Carl G. Jung busca tornar consciente o processo de desenvolvimento psíquico, alcançando a essência do ato de existir: o “vir-a-ser” do indivíduo. Na psique, este arquétipo se apresenta sob os modos de luz e sombra. Por sua vez, a integração de seus aspectos negativos constitui parte do desenvolvimento da personalidade. No presente estudo, salienta-se: [i] o sentido do arquétipo central; [ii] o seu papel psíquico prefigurado no Cristo; [iii] a sua função no desenvolvimento da personalidade. No século XXI, compreende-se que pesquisas que versem sobre a manifestação do self são essenciais para o desenvolvimento da personalidade psíquica.
Revista de Filosofia Prometeus (Prometheus Journal of Philosophy)
Title: A noção de campo psíquico inconsciente em Carl Gustav Jung: O self e sua prefiguração no arquétipo Cristo - Notas em Edith Stein
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Neste estudo, investigou-se nos escritos de Carl Gustav Jung a noção de campo psíquico inconsciente e de seu centro regulador das atividades psíquicas: o self.
Delimitou-se o presente estudo no arquétipo cristão, considerado o fenômeno da diversidade religiosa que permeia a cultura ocidental.
No percurso teórico-metodológico, delineou-se uma pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica, que reuniu os escritos de Carl G.
Jung com recurso a Edith Stein.
Na cultura ocidental, o arquétipo self prefigura-se na imagem de Cristo.
No arquétipo Cristo, Carl G.
Jung identificou a manifestação simbólica do arquétipo central da psique humana e coletiva: o Self projetado da contemporaneidade.
Nas intervenções clínicas, Carl G.
Jung busca tornar consciente o processo de desenvolvimento psíquico, alcançando a essência do ato de existir: o “vir-a-ser” do indivíduo.
Na psique, este arquétipo se apresenta sob os modos de luz e sombra.
Por sua vez, a integração de seus aspectos negativos constitui parte do desenvolvimento da personalidade.
No presente estudo, salienta-se: [i] o sentido do arquétipo central; [ii] o seu papel psíquico prefigurado no Cristo; [iii] a sua função no desenvolvimento da personalidade.
No século XXI, compreende-se que pesquisas que versem sobre a manifestação do self são essenciais para o desenvolvimento da personalidade psíquica.
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