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Psicanálise e (in)tradução: quem buscar o ‘pópatapátaio’ do anti-léxico levará um pé na sua ‘bolaca de tcherpo’!
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Diversos desafios se colocam para quem se propõe a pensar a dobradiça “Psicanálise e Tradução” com o intuito de desenferrujá-la. Sem cair na precipitação do pensamento por analogia, como é possível encostar teoricamente Psicanálise e Tradução, preservando ao mesmo tempo a singularidade das duas práticas? Como friccioná-las para que, ao se instruírem reciprocamente, a irredutibilidade das tarefas traduzinte e analisante surja renovada sob uma nova luz? Enfim, desafio mais escaldante ainda, como tornar a articulação efetivamente frutífera? Esse conjunto de indagações por certo não será aqui desenvolvido, mas abordado pelo viés da análise dos frutos recolhidos na sequência de uma experiência particular: a oficina que ofereci durante o evento “E por falar em tradução” (8/12/2020 – UNICAMP), cujo título inicial, “Psicanálise e Tradução” tornou-se, após o acontecimento da oficina, “Psicanálise e Intradução”. Ao expor diversas facetas do dispositivo proposto nessa ocasião, este texto visa interpretar retrospectivamente esse giro que, longe de ser uma pirueta meramente retórica, é significativo do vigor vivificador da articulação que nos interessa.
Title: Psicanálise e (in)tradução: quem buscar o ‘pópatapátaio’ do anti-léxico levará um pé na sua ‘bolaca de tcherpo’!
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Diversos desafios se colocam para quem se propõe a pensar a dobradiça “Psicanálise e Tradução” com o intuito de desenferrujá-la.
Sem cair na precipitação do pensamento por analogia, como é possível encostar teoricamente Psicanálise e Tradução, preservando ao mesmo tempo a singularidade das duas práticas? Como friccioná-las para que, ao se instruírem reciprocamente, a irredutibilidade das tarefas traduzinte e analisante surja renovada sob uma nova luz? Enfim, desafio mais escaldante ainda, como tornar a articulação efetivamente frutífera? Esse conjunto de indagações por certo não será aqui desenvolvido, mas abordado pelo viés da análise dos frutos recolhidos na sequência de uma experiência particular: a oficina que ofereci durante o evento “E por falar em tradução” (8/12/2020 – UNICAMP), cujo título inicial, “Psicanálise e Tradução” tornou-se, após o acontecimento da oficina, “Psicanálise e Intradução”.
Ao expor diversas facetas do dispositivo proposto nessa ocasião, este texto visa interpretar retrospectivamente esse giro que, longe de ser uma pirueta meramente retórica, é significativo do vigor vivificador da articulação que nos interessa.
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