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ABRE CAMINHO, DEIXA EXU PASSAR
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O presente artigo tem o objetivo de analisar a releitura mitológica do Orixá Exu, presente no videoclipe Bluesman, do cantor Baco Exu do Blues. O videoclipe leva para o audiovisual uma releitura do itãn do Orixá Exu. A partir da comparação dos contos ficcionais e narrativas mitológicos de Exu e do videoclipe, é possível identificar a presença de símbolos que nos remetem às histórias dessa divindade da cultura africana. É plausível identificar também, que ao se utilizar da mitologia de Exu na construção poético-literária, o audiovisual faz uma crítica às religiões, à intolerância religiosa, ao racismo e à política. Para esta análise, foram realizados estudos bibliográficos, que se pautam nos estudos concebidos por Campbel (1988), Barbosa Junior (2014), D’Angelo (2017), Omolubá (2014), Prandi (2001), Rocha (1996), Verger (1997).
Fundacao Universidade Regional de Blumenau
Title: ABRE CAMINHO, DEIXA EXU PASSAR
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O presente artigo tem o objetivo de analisar a releitura mitológica do Orixá Exu, presente no videoclipe Bluesman, do cantor Baco Exu do Blues.
O videoclipe leva para o audiovisual uma releitura do itãn do Orixá Exu.
A partir da comparação dos contos ficcionais e narrativas mitológicos de Exu e do videoclipe, é possível identificar a presença de símbolos que nos remetem às histórias dessa divindade da cultura africana.
É plausível identificar também, que ao se utilizar da mitologia de Exu na construção poético-literária, o audiovisual faz uma crítica às religiões, à intolerância religiosa, ao racismo e à política.
Para esta análise, foram realizados estudos bibliográficos, que se pautam nos estudos concebidos por Campbel (1988), Barbosa Junior (2014), D’Angelo (2017), Omolubá (2014), Prandi (2001), Rocha (1996), Verger (1997).
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