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MANEJO DA VIA AÉREA DIFÍCIL NO PACIENTE CRÍTICO: AVALIAÇÃO, PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS DE RESGATE

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O manejo da via aérea constitui uma das competências mais críticas na terapia intensiva, especialmente diante de pacientes com instabilidade fisiológica, reserva funcional reduzida e elevado risco de complicações durante a intubação traqueal. Diferentemente do ambiente cirúrgico eletivo, a intubação realizada na unidade de terapia intensiva frequentemente ocorre em condições emergenciais, envolvendo hipóxia, instabilidade hemodinâmica, acidose metabólica e múltiplas comorbidades, fatores que aumentam significativamente a incidência de eventos adversos. Nesse contexto, o reconhecimento precoce da via aérea difícil, o planejamento sistematizado da abordagem e a disponibilidade de estratégias de resgate representam elementos fundamentais para aumentar a segurança do procedimento. A utilização de protocolos estruturados, avaliação pré-intubação, videolaringoscopia, dispositivos supraglóticos, capnografia e técnicas de oxigenação durante o procedimento contribuíram significativamente para reduzir falhas de intubação e complicações graves. Paralelamente, o treinamento multiprofissional, o uso de checklists e a implementação de algoritmos internacionais passaram a desempenhar papel central na organização da assistência. Este capítulo revisa os principais aspectos relacionados ao manejo da via aérea difícil no paciente crítico, abordando métodos de avaliação, planejamento pré-procedimento, escolha dos dispositivos, sequência rápida de intubação, estratégias de oxigenação, alternativas de resgate e medidas voltadas à prevenção de complicações, enfatizando uma abordagem sistemática fundamentada nas evidências científicas mais recentes.
Title: MANEJO DA VIA AÉREA DIFÍCIL NO PACIENTE CRÍTICO: AVALIAÇÃO, PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS DE RESGATE
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O manejo da via aérea constitui uma das competências mais críticas na terapia intensiva, especialmente diante de pacientes com instabilidade fisiológica, reserva funcional reduzida e elevado risco de complicações durante a intubação traqueal.
Diferentemente do ambiente cirúrgico eletivo, a intubação realizada na unidade de terapia intensiva frequentemente ocorre em condições emergenciais, envolvendo hipóxia, instabilidade hemodinâmica, acidose metabólica e múltiplas comorbidades, fatores que aumentam significativamente a incidência de eventos adversos.
Nesse contexto, o reconhecimento precoce da via aérea difícil, o planejamento sistematizado da abordagem e a disponibilidade de estratégias de resgate representam elementos fundamentais para aumentar a segurança do procedimento.
A utilização de protocolos estruturados, avaliação pré-intubação, videolaringoscopia, dispositivos supraglóticos, capnografia e técnicas de oxigenação durante o procedimento contribuíram significativamente para reduzir falhas de intubação e complicações graves.
Paralelamente, o treinamento multiprofissional, o uso de checklists e a implementação de algoritmos internacionais passaram a desempenhar papel central na organização da assistência.
Este capítulo revisa os principais aspectos relacionados ao manejo da via aérea difícil no paciente crítico, abordando métodos de avaliação, planejamento pré-procedimento, escolha dos dispositivos, sequência rápida de intubação, estratégias de oxigenação, alternativas de resgate e medidas voltadas à prevenção de complicações, enfatizando uma abordagem sistemática fundamentada nas evidências científicas mais recentes.

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