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AUTOGESTÃO E UTOPIA COMO ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DE UM NOVO FAZER PEDAGÓGICO.
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Autogestão é o objeto de interesse deste estudo que tem como principal objetivo compreender o exercício da autogestão em sua trajetória histórica e na práxis pedagógica. No seu enfoque, busca perceber a autogestão, na sua dinâmica praxiológica e na sua perspectiva utópica, enxergando-a através da práxis vivenciada nos desejos daqueles(as) que sonham outra sociedade. O estudo faz uma revisão bibliográfica e analisa a autogestão como elemento constitutivo de novos fazeres pedagógicos, destacando suas potencialidades e limitações, enquanto processo educativo, constituidor de uma práxis que se propõe a formulação de processos organizativos entre sujeitos coletivos. A relevância deste estudo está na tentativa de apontar os desafios e as possibilidades de novos fazeres da organização coletiva, enfatizando a participação dos sujeitos e, como o princípio da autogestão pode permear essas novas práticas. A abordagem teórico-metodológica deste estudo se caracteriza como uma Pesquisa Qualitativa, de cunho histórico-dialético, e tendo como método de investigação, levantamento bibliográfico e entrevista semiestruturada. Na sua exposição, apresenta o exercício da autogestão como possibilidade de uma práxis pedagógica nos processos de organização coletiva. Através do estudo e nas suas considerações, pode-se perceber que existe na essência da autogestão uma práxis e uma utopia que se apresentam em vários momentos históricos nas experiências de projetos coletivos e na elevação da consciência e autonomia de mulheres e homens. A autogestão enquanto devir histórico se caracteriza por ser a negação a qualquer conduta de centralização, seja de ordem econômica ou social, portanto tem na ampla participação das pessoas nos processos decisórios, seu foco central.
Title: AUTOGESTÃO E UTOPIA COMO ELEMENTOS CONSTITUTIVOS DE UM NOVO FAZER PEDAGÓGICO.
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Autogestão é o objeto de interesse deste estudo que tem como principal objetivo compreender o exercício da autogestão em sua trajetória histórica e na práxis pedagógica.
No seu enfoque, busca perceber a autogestão, na sua dinâmica praxiológica e na sua perspectiva utópica, enxergando-a através da práxis vivenciada nos desejos daqueles(as) que sonham outra sociedade.
O estudo faz uma revisão bibliográfica e analisa a autogestão como elemento constitutivo de novos fazeres pedagógicos, destacando suas potencialidades e limitações, enquanto processo educativo, constituidor de uma práxis que se propõe a formulação de processos organizativos entre sujeitos coletivos.
A relevância deste estudo está na tentativa de apontar os desafios e as possibilidades de novos fazeres da organização coletiva, enfatizando a participação dos sujeitos e, como o princípio da autogestão pode permear essas novas práticas.
A abordagem teórico-metodológica deste estudo se caracteriza como uma Pesquisa Qualitativa, de cunho histórico-dialético, e tendo como método de investigação, levantamento bibliográfico e entrevista semiestruturada.
Na sua exposição, apresenta o exercício da autogestão como possibilidade de uma práxis pedagógica nos processos de organização coletiva.
Através do estudo e nas suas considerações, pode-se perceber que existe na essência da autogestão uma práxis e uma utopia que se apresentam em vários momentos históricos nas experiências de projetos coletivos e na elevação da consciência e autonomia de mulheres e homens.
A autogestão enquanto devir histórico se caracteriza por ser a negação a qualquer conduta de centralização, seja de ordem econômica ou social, portanto tem na ampla participação das pessoas nos processos decisórios, seu foco central.
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