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Aspleniaceae (Polypodiales) da Estação Ecológica do Cuniã, Porto Velho, Estado de Rondônia, Brasil

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Considerando a grande carência de trabalhos científicos sobre as samambaias e licófitas do estado de Rondônia, o presente estudo foi desenvolvido com o intuito de contribuir com o conhecimento sobre a flora rondoniense. O trabalho faz parte do inventário florístico das epífitas e ervas da Grade PPBio Cuniã e vem sendo desenvolvido desde 2010. Este manuscrito apresenta uma chave para identificação e com tratamento taxonômico das espécies da família Aspleniaceae registradas na Estação Ecológica do Cuniã. Na área de estudo, Aspleniaceae foi representada por quatro espécies (Asplenium angustum Sw., A. hallii Hooker, A. serratum L. e A. stuebelianum Hieron), das quais A. hallii é registrada como nova ocorrência para o estado de Rondônia. Os espécimes registrados são epífitas de tronco de árvores ou palmeiras, ocorrendo em áreas mais secas (parcelas de terra firme) e úmidas (parcelas ripárias). A. serratum foi a espécie mais frequente.
Title: Aspleniaceae (Polypodiales) da Estação Ecológica do Cuniã, Porto Velho, Estado de Rondônia, Brasil
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Considerando a grande carência de trabalhos científicos sobre as samambaias e licófitas do estado de Rondônia, o presente estudo foi desenvolvido com o intuito de contribuir com o conhecimento sobre a flora rondoniense.
O trabalho faz parte do inventário florístico das epífitas e ervas da Grade PPBio Cuniã e vem sendo desenvolvido desde 2010.
Este manuscrito apresenta uma chave para identificação e com tratamento taxonômico das espécies da família Aspleniaceae registradas na Estação Ecológica do Cuniã.
Na área de estudo, Aspleniaceae foi representada por quatro espécies (Asplenium angustum Sw.
, A.
hallii Hooker, A.
serratum L.
e A.
stuebelianum Hieron), das quais A.
hallii é registrada como nova ocorrência para o estado de Rondônia.
Os espécimes registrados são epífitas de tronco de árvores ou palmeiras, ocorrendo em áreas mais secas (parcelas de terra firme) e úmidas (parcelas ripárias).
A.
serratum foi a espécie mais frequente.

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