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REVISÃO DE LITERATURA SOBRE OS IMPACTOS DA INFERTILIDADADE MASCULINA NA ATUALIDADE
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Resumo: A infertilidade é determinada pela ausência de gestação após um ano de relações sexuais sem o uso
de contraceptivos. O precedente masculino é responsável por 40% dos casos de infertilidade conjugal, sendo os
principais cofatores ambientais, trauma, hormonais, genéticos congênitos ou adquiridos. Em termos psicológicos,
pode causar estresse, ansiedade, depressão e baixa autoestima tanto no homem quanto na mulher. Do ponto
de vista econômico, o tratamento da infertilidade masculina pode ser financeiramente desafiador, especialmente
se envolver procedimentos médicos ou intervenções mais complexas impactando suas perspectivas futuras. As
questões que permeiam a infertilidade acompanham o ser humano há muito tempo. Estudos recentes apontam
cerca de 17,5% da população em idade reprodutiva afetada pela infertilidade, sendo que aproximadamente uma
em cada seis pessoas em todo o mundo sofrem dessa enfermidade. Segundo a Sociedade Brasileira de
Reprodução Assistida, sendo 35% dos casos de infertilidade relacionados à mulher, 35% ao homem, 20% a
ambos e 10% continuam desconhecidos2
. Atualmente tem-se observado uma progressiva deterioração da função
reprodutiva masculina, especialmente nos países ocidentais, sendo o impacto dos estilos de vida e do contexto
ambiental um fator1
. A infertilidade masculina é uma síndrome multifatorial, abrange uma variedade de desordens
congênitas ou adquiridas. Dentre as principais causas destacam-se a deficiência de gonadotrofinas, aberrações
cromossômicas, desordens genéticas, drogas, infecções genitais, Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs),
como Clamídia e o Papiloma vírus humano (HPV) (que pode levar até mesmo a morte), doenças autoimunes,
varicocele, obesidade, medicamentos, dieta, tabagismo, stress psicológico, pesticidas, metais pesados,
radiações, campos eletromagnéticos, condições de trabalho que exigem permanência na posição sentado,
vibrações mecânicas e temperaturas elevadas que interferem nos parâmetros espermáticos. O estilo de vida
desalinhado prejudica produção de hormônios sexuais, como ocorre em pacientes com obesidade. O uso do
tabaco e álcool promovem estresse oxidativo no plasma seminal, causando impotência, ejaculação precoce e
diminuição da libido. Existe evidência do declínio global de semêm nos homens e a qualidade espermática nas
últimas décadas, um homem para ser fértil deve produzir espermatozoides de excelente qualidade, com
quantidade acima de 20 milhões por mililitro de esperma, sendo 50% espermatozoides móveis e com capacidade
de sair do canal da vagina e chegar a trompa para encontrar o óvulo. As condições especificas que afetam a
fertilidade no homem ainda são subdiagnosticadas e subtratadas. Os estudos epidemiológicos realizados na
área sugerem uma diminuição da fertilidade masculina, devido a cofatores e mecanismos fisiológicos
subjacentes, as estas alterações ainda permanecem pouco claros, ocorrendo questões que geram controvérsias
na literatura científica. Partindo dessas informações compiladas propomos uma revisão da literatura sobre os
principais cofatores que indicam a infertilidade masculina na atualidade e seus impactos psicológicos e
econômicos.
Title: REVISÃO DE LITERATURA SOBRE OS IMPACTOS DA INFERTILIDADADE MASCULINA NA ATUALIDADE
Description:
Resumo: A infertilidade é determinada pela ausência de gestação após um ano de relações sexuais sem o uso
de contraceptivos.
O precedente masculino é responsável por 40% dos casos de infertilidade conjugal, sendo os
principais cofatores ambientais, trauma, hormonais, genéticos congênitos ou adquiridos.
Em termos psicológicos,
pode causar estresse, ansiedade, depressão e baixa autoestima tanto no homem quanto na mulher.
Do ponto
de vista econômico, o tratamento da infertilidade masculina pode ser financeiramente desafiador, especialmente
se envolver procedimentos médicos ou intervenções mais complexas impactando suas perspectivas futuras.
As
questões que permeiam a infertilidade acompanham o ser humano há muito tempo.
Estudos recentes apontam
cerca de 17,5% da população em idade reprodutiva afetada pela infertilidade, sendo que aproximadamente uma
em cada seis pessoas em todo o mundo sofrem dessa enfermidade.
Segundo a Sociedade Brasileira de
Reprodução Assistida, sendo 35% dos casos de infertilidade relacionados à mulher, 35% ao homem, 20% a
ambos e 10% continuam desconhecidos2
.
Atualmente tem-se observado uma progressiva deterioração da função
reprodutiva masculina, especialmente nos países ocidentais, sendo o impacto dos estilos de vida e do contexto
ambiental um fator1
.
A infertilidade masculina é uma síndrome multifatorial, abrange uma variedade de desordens
congênitas ou adquiridas.
Dentre as principais causas destacam-se a deficiência de gonadotrofinas, aberrações
cromossômicas, desordens genéticas, drogas, infecções genitais, Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs),
como Clamídia e o Papiloma vírus humano (HPV) (que pode levar até mesmo a morte), doenças autoimunes,
varicocele, obesidade, medicamentos, dieta, tabagismo, stress psicológico, pesticidas, metais pesados,
radiações, campos eletromagnéticos, condições de trabalho que exigem permanência na posição sentado,
vibrações mecânicas e temperaturas elevadas que interferem nos parâmetros espermáticos.
O estilo de vida
desalinhado prejudica produção de hormônios sexuais, como ocorre em pacientes com obesidade.
O uso do
tabaco e álcool promovem estresse oxidativo no plasma seminal, causando impotência, ejaculação precoce e
diminuição da libido.
Existe evidência do declínio global de semêm nos homens e a qualidade espermática nas
últimas décadas, um homem para ser fértil deve produzir espermatozoides de excelente qualidade, com
quantidade acima de 20 milhões por mililitro de esperma, sendo 50% espermatozoides móveis e com capacidade
de sair do canal da vagina e chegar a trompa para encontrar o óvulo.
As condições especificas que afetam a
fertilidade no homem ainda são subdiagnosticadas e subtratadas.
Os estudos epidemiológicos realizados na
área sugerem uma diminuição da fertilidade masculina, devido a cofatores e mecanismos fisiológicos
subjacentes, as estas alterações ainda permanecem pouco claros, ocorrendo questões que geram controvérsias
na literatura científica.
Partindo dessas informações compiladas propomos uma revisão da literatura sobre os
principais cofatores que indicam a infertilidade masculina na atualidade e seus impactos psicológicos e
econômicos.
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