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A IMAGEM DA MULHER ESCRITORA NAS CRÔNICAS DE RACHEL DE QUEIROZ E IRENE LISBOA

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Este artigo se propõe a analisar o olhar crítico das cronistas Rachel de Queiroz e Irene Lisboa sobre a representação da mulher escritora, por meio de suas crônicas, não perdendo de vista o contexto vivenciado no Brasil e Portugal. Buscamos tratar de duas expressivas mulheres para a literatura de seus países e além deles; de um gênero não- canônico, a crônica, além de intentarmos encontrar as confluências e, ou divergências da representatividade feminina existente na escrita das duas escritoras, a partir de seus pontos de vistas e o processo de adjetivação. Utilizamos para o embasamento teórico conceitual do gênero literário Massaud Moisés (2007); Paula Lopes Cristina (2010); Davi Arrigucci (1987); Machado de Assis (1994) entre outros. Como aporte teórico a respeito de Rachel de Queiroz utilizamos Hollanda (2005); Eduardo Assis (2005) e para Irene Lisboa nos valemos de Paula Morão (1983), Óscar Lopes (1994) entre outros. Para analisar o processo de adjetivação nos valemos de Bechara (2009) e Murata (2008). Essas cronistas muito contribuíram para o campo literário, mas ainda permanecem pouco pesquisadas e por merecerem deferência, decidimos desenvolver esta pesquisa juntamente com o gênero pouco estimado pelas escolas e Academia.
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia/Edicoes UESB
Title: A IMAGEM DA MULHER ESCRITORA NAS CRÔNICAS DE RACHEL DE QUEIROZ E IRENE LISBOA
Description:
Este artigo se propõe a analisar o olhar crítico das cronistas Rachel de Queiroz e Irene Lisboa sobre a representação da mulher escritora, por meio de suas crônicas, não perdendo de vista o contexto vivenciado no Brasil e Portugal.
Buscamos tratar de duas expressivas mulheres para a literatura de seus países e além deles; de um gênero não- canônico, a crônica, além de intentarmos encontrar as confluências e, ou divergências da representatividade feminina existente na escrita das duas escritoras, a partir de seus pontos de vistas e o processo de adjetivação.
Utilizamos para o embasamento teórico conceitual do gênero literário Massaud Moisés (2007); Paula Lopes Cristina (2010); Davi Arrigucci (1987); Machado de Assis (1994) entre outros.
Como aporte teórico a respeito de Rachel de Queiroz utilizamos Hollanda (2005); Eduardo Assis (2005) e para Irene Lisboa nos valemos de Paula Morão (1983), Óscar Lopes (1994) entre outros.
Para analisar o processo de adjetivação nos valemos de Bechara (2009) e Murata (2008).
Essas cronistas muito contribuíram para o campo literário, mas ainda permanecem pouco pesquisadas e por merecerem deferência, decidimos desenvolver esta pesquisa juntamente com o gênero pouco estimado pelas escolas e Academia.

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