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Comparação entre AVE Isquêmico e Hemorrágico: Fatores de Risco, Abordagens Diagnósticas e Estratégias
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Introdução: A comparação entre AVC isquêmico e hemorrágico revela diferentes fatores de risco, diagnósticos e tratamentos. O AVC isquêmico, mais comum, está associado a hipertensão e doenças cardíacas, enquanto o hemorrágico, menos frequente, tem alta mortalidade. Diagnósticos por imagem são essenciais, e os tratamentos variam de trombólise no AVC isquêmico a controle da pressão e cirurgias no hemorrágico. Metodologia: O estudo sobre “Comparação entre AVE Isquêmico e Hemorrágico” utilizou bases científicas como PubMed e SciELO para selecionar artigos de 2015 a 2024, focando em fatores de risco, diagnósticos e manejo dos AVCs. Uma análise crítica foi realizada para avaliar a qualidade dos estudos e identificar lacunas na literatura existente. Resultados e discussões: Os estudos mostram que AVC isquêmico e hemorrágico compartilham fatores de risco como hipertensão e doenças cardiovasculares, mas com particularidades no diagnóstico e tratamento. O AVC isquêmico está associado ao uso de trombolíticos e intervenções endovasculares, enquanto o hemorrágico exige controle da pressão arterial e, em casos graves, intervenção cirúrgica. A reabilitação precoce é crucial para maximizar a recuperação funcional. Considerações Finais: A comparação entre AVC isquêmico e hemorrágico evidencia a necessidade de abordagens preventivas e terapêuticas distintas. O AVC isquêmico, geralmente causado por obstrução arterial, requer restauração rápida do fluxo sanguíneo por meio de trombólise ou intervenções endovasculares. O hemorrágico demanda controle imediato do sangramento e pressão intracraniana, com intervenções cirúrgicas muitas vezes necessárias. Avanços em diagnósticos e prevenção de fatores de risco são cruciais assim como a atuação de equipes multidisciplinares e novas tecnologias, como inteligência artificial.
Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences
Vania Geraldine Flores Cunza
Eduardo Nunes Quintaes Mendes dos Santos
Luiz Henrique Alves Nogueira
Vinícius Henrique dos Reis Barbatto
Emanoel Messias Oliveira Rodrigues
Bibiana Carneiro Monteiro Nunes
Sávio Vinnicius Macedo Assis
Robert Ulm Ferreira Pessoa
Marília Dias Costa
Lorene De Sousa Videira Picaluga
Igor Cerqueira Mariz
Juan Vitor Barboza Souza
Title: Comparação entre AVE Isquêmico e Hemorrágico: Fatores de Risco, Abordagens Diagnósticas e Estratégias
Description:
Introdução: A comparação entre AVC isquêmico e hemorrágico revela diferentes fatores de risco, diagnósticos e tratamentos.
O AVC isquêmico, mais comum, está associado a hipertensão e doenças cardíacas, enquanto o hemorrágico, menos frequente, tem alta mortalidade.
Diagnósticos por imagem são essenciais, e os tratamentos variam de trombólise no AVC isquêmico a controle da pressão e cirurgias no hemorrágico.
Metodologia: O estudo sobre “Comparação entre AVE Isquêmico e Hemorrágico” utilizou bases científicas como PubMed e SciELO para selecionar artigos de 2015 a 2024, focando em fatores de risco, diagnósticos e manejo dos AVCs.
Uma análise crítica foi realizada para avaliar a qualidade dos estudos e identificar lacunas na literatura existente.
Resultados e discussões: Os estudos mostram que AVC isquêmico e hemorrágico compartilham fatores de risco como hipertensão e doenças cardiovasculares, mas com particularidades no diagnóstico e tratamento.
O AVC isquêmico está associado ao uso de trombolíticos e intervenções endovasculares, enquanto o hemorrágico exige controle da pressão arterial e, em casos graves, intervenção cirúrgica.
A reabilitação precoce é crucial para maximizar a recuperação funcional.
Considerações Finais: A comparação entre AVC isquêmico e hemorrágico evidencia a necessidade de abordagens preventivas e terapêuticas distintas.
O AVC isquêmico, geralmente causado por obstrução arterial, requer restauração rápida do fluxo sanguíneo por meio de trombólise ou intervenções endovasculares.
O hemorrágico demanda controle imediato do sangramento e pressão intracraniana, com intervenções cirúrgicas muitas vezes necessárias.
Avanços em diagnósticos e prevenção de fatores de risco são cruciais assim como a atuação de equipes multidisciplinares e novas tecnologias, como inteligência artificial.
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