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TÉCNICAS FARMACOLÓGICAS E NÃO FARMACOLÓGICAS PARA O MANEJO DA DOR EM NEONATOS

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Introdução: Os recém-nascidos processam estímulos nociceptivos, embora procedimentos dolorosos sejam são realizados, frequentemente, em unidades neonatais sem o tratamento adequado. O manejo da dor neonatal é fundamental, mas subutilizado, apesar dos impactos adversos a curto e longo prazo. Estratégias farmacológicas e não farmacológicas são essenciais, mas são pouco aplicadas nas internações neonatais. Protocolos internacionais destacam sua eficácia e segurança, incentivando sua adoção para melhorar o cuidado neonatal. O objetivo deste trabalho consistiu em descrever e quantificar as estratégias farmacológicas e não farmacológicas utilizadas para o alívio da dor e a promoção do conforto dos neonatos durante sua hospitalização em unidades neonatais. Metodologia: Este estudo constitui em uma revisão de literatura que possui como objetivo discutir as técnicas farmacológicas e não farmacológicas para o manejo da dor em neonatos durante procedimentos dolorosos. A busca incluiu bases como SciELO, PubMed e Web of Science, utilizando descritores específicos. Foram selecionados artigos gratuitos em inglês e português relacionados ao tema. Resultados e discussão: O estudo discute métodos farmacológicos e não farmacológicos para alívio da dor em recém-nascidos internados em UTINs. Desse modo, observou-se alta incidência de procedimentos dolorosos, sendo utilizadas principalmente estratégias não farmacológicas. A amamentação e o contato pele a pele são eficazes, além de doses de sacarose serem empregadas, mas não há uma dose ideal estabelecida. Dificuldades como falta de conhecimento e restrições ao uso de sucção não nutritiva limitam a aplicação dos métodos. Conclusão: Os profissionais reconhecem a dor em recém-nascidos na UTI neonatal, mas ignoram métodos de alívio durante procedimentos rotineiros. A literatura destaca abordagens não farmacológicas e farmacológicas para alívio da dor, enfatizando sua importância para um cuidado de qualidade e para evitar efeitos adversos da dor prolongada.
Title: TÉCNICAS FARMACOLÓGICAS E NÃO FARMACOLÓGICAS PARA O MANEJO DA DOR EM NEONATOS
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Introdução: Os recém-nascidos processam estímulos nociceptivos, embora procedimentos dolorosos sejam são realizados, frequentemente, em unidades neonatais sem o tratamento adequado.
O manejo da dor neonatal é fundamental, mas subutilizado, apesar dos impactos adversos a curto e longo prazo.
Estratégias farmacológicas e não farmacológicas são essenciais, mas são pouco aplicadas nas internações neonatais.
Protocolos internacionais destacam sua eficácia e segurança, incentivando sua adoção para melhorar o cuidado neonatal.
O objetivo deste trabalho consistiu em descrever e quantificar as estratégias farmacológicas e não farmacológicas utilizadas para o alívio da dor e a promoção do conforto dos neonatos durante sua hospitalização em unidades neonatais.
Metodologia: Este estudo constitui em uma revisão de literatura que possui como objetivo discutir as técnicas farmacológicas e não farmacológicas para o manejo da dor em neonatos durante procedimentos dolorosos.
A busca incluiu bases como SciELO, PubMed e Web of Science, utilizando descritores específicos.
Foram selecionados artigos gratuitos em inglês e português relacionados ao tema.
Resultados e discussão: O estudo discute métodos farmacológicos e não farmacológicos para alívio da dor em recém-nascidos internados em UTINs.
Desse modo, observou-se alta incidência de procedimentos dolorosos, sendo utilizadas principalmente estratégias não farmacológicas.
A amamentação e o contato pele a pele são eficazes, além de doses de sacarose serem empregadas, mas não há uma dose ideal estabelecida.
Dificuldades como falta de conhecimento e restrições ao uso de sucção não nutritiva limitam a aplicação dos métodos.
Conclusão: Os profissionais reconhecem a dor em recém-nascidos na UTI neonatal, mas ignoram métodos de alívio durante procedimentos rotineiros.
A literatura destaca abordagens não farmacológicas e farmacológicas para alívio da dor, enfatizando sua importância para um cuidado de qualidade e para evitar efeitos adversos da dor prolongada.

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