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RESGATE E CONSERVAÇÃO IN VITRO DE ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS AMEAÇADAS

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As espécies florestais nativas representam um patrimônio genético de valor inestimável e garantem a sustentabilidade de ecossistemas naturais. Na região norte de Minas Gerais são encontradas espécies florestais pertencentes aos biomas Cerrado e Caatinga. Grande número delas está sob risco de extinção devido à exploração extrativista predatória por populações locais, e à ocupação danosa da agropecuária. Ademais, a carência de informações científicas, bem como a falta de tecnologias adequadas à propagação e programas de melhoramento florestal têm limitado a exploração do potencial econômico/silvicultural das mesmas. A diversificação da produção madeireira em detrimento da exploração dos remanescentes florestais nativos corresponde a uma opção para atender a demanda crescente do mercado e também ampliar a oferta de materiais genéticos. Dentre as espécies florestais que ocorrem naturalmente na região norte de Minas Gerais com aptidão para exploração madeireira, estão a aroeira do sertão (Astronium urundeuva Fr. All.), o cedro-cheiroso (Cedrela odorata L.), a braúna do sertão (Schinopsis brasiliensis Engl.), o gonçalo alves (Astronium fraxinifolium Schott.), o itapicuru (Goniorrhachis marginata Taub) e o pau d’alho (Gallesia integrifolia Spreng.). O cultivo destas espécies, além de possibilitar a conservação in situ de recursos genéticos, são opções sustentáveis para áreas desmatadas ou degradadas e alternativa de renda ao produtor. Dessa forma, a biotecnologia florestal, por meio da técnica de micropropagação oferece uma solução para a propagação e conservação destas espécies, possibilitando a multiplicação rápida e conservação de germoplasma e a manutenção da variabilidade genética, contribuindo para a preservação de espécies de valor econômico.
Title: RESGATE E CONSERVAÇÃO IN VITRO DE ESPÉCIES FLORESTAIS NATIVAS AMEAÇADAS
Description:
As espécies florestais nativas representam um patrimônio genético de valor inestimável e garantem a sustentabilidade de ecossistemas naturais.
Na região norte de Minas Gerais são encontradas espécies florestais pertencentes aos biomas Cerrado e Caatinga.
Grande número delas está sob risco de extinção devido à exploração extrativista predatória por populações locais, e à ocupação danosa da agropecuária.
Ademais, a carência de informações científicas, bem como a falta de tecnologias adequadas à propagação e programas de melhoramento florestal têm limitado a exploração do potencial econômico/silvicultural das mesmas.
A diversificação da produção madeireira em detrimento da exploração dos remanescentes florestais nativos corresponde a uma opção para atender a demanda crescente do mercado e também ampliar a oferta de materiais genéticos.
Dentre as espécies florestais que ocorrem naturalmente na região norte de Minas Gerais com aptidão para exploração madeireira, estão a aroeira do sertão (Astronium urundeuva Fr.
All.
), o cedro-cheiroso (Cedrela odorata L.
), a braúna do sertão (Schinopsis brasiliensis Engl.
), o gonçalo alves (Astronium fraxinifolium Schott.
), o itapicuru (Goniorrhachis marginata Taub) e o pau d’alho (Gallesia integrifolia Spreng.
).
O cultivo destas espécies, além de possibilitar a conservação in situ de recursos genéticos, são opções sustentáveis para áreas desmatadas ou degradadas e alternativa de renda ao produtor.
Dessa forma, a biotecnologia florestal, por meio da técnica de micropropagação oferece uma solução para a propagação e conservação destas espécies, possibilitando a multiplicação rápida e conservação de germoplasma e a manutenção da variabilidade genética, contribuindo para a preservação de espécies de valor econômico.

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