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Edema de membro inferior secundário a exérese de veia safena magna para utilização como enxerto na revascularização do miocárdio

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CONTEXTO: A revascularização do miocárdio utilizando-se a veia safena magna ainda é procedimento cirúrgico bastante realizado na atualidade. O edema que surge no membro inferior operado causa grande desconforto e necessita ser melhor estudado. OBJETIVOS: Caracterizar o edema de membro inferior secundário a exérese da veia safena magna pela técnica de incisões escalonadas para sua utilização como enxerto venoso na revascularização do miocárdio. MÉTODOS: Foram selecionados aleatoriamente 44 indivíduos submetidos a exérese de veia safena magna para revascularização miocárdica há mais de 3 meses. Excluíram-se fatores que pudessem interferir na formação de edema dos membros inferiores. Foram avaliados por volumetria e perimetria maleolares ambos os membros inferiores. Considerou-se como presença de edema significativo a diferença de volume maior que 50 mL e maior de 2 cm em relação ao membro não-operado. Para a análise estatística foram empregados o teste do qui-quadrado, teste exato de Fisher, teste t de Student e o teste de McNemar. O nível de significância adotado foi de 5% (a = 0,05). RESULTADOS: Encontraram-se diferenças estatisticamente significativas (p < 0.05) entre os membros operados e os não-operados, sendo 56,8% com volume maior que 50 mL e 31,9% com perímetro maleolar maior que 2 cm. Não se encontrou associação entre a presença do edema e características da amostra ou da cirurgia e de intercorrências clínicas perioperatórias ou tardias. CONCLUSÕES: Pacientes submetidos a ressecções de veia safena magna para sua utilização como ponte coronariana poderão apresentar edema no membro associado.
Title: Edema de membro inferior secundário a exérese de veia safena magna para utilização como enxerto na revascularização do miocárdio
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CONTEXTO: A revascularização do miocárdio utilizando-se a veia safena magna ainda é procedimento cirúrgico bastante realizado na atualidade.
O edema que surge no membro inferior operado causa grande desconforto e necessita ser melhor estudado.
OBJETIVOS: Caracterizar o edema de membro inferior secundário a exérese da veia safena magna pela técnica de incisões escalonadas para sua utilização como enxerto venoso na revascularização do miocárdio.
MÉTODOS: Foram selecionados aleatoriamente 44 indivíduos submetidos a exérese de veia safena magna para revascularização miocárdica há mais de 3 meses.
Excluíram-se fatores que pudessem interferir na formação de edema dos membros inferiores.
Foram avaliados por volumetria e perimetria maleolares ambos os membros inferiores.
Considerou-se como presença de edema significativo a diferença de volume maior que 50 mL e maior de 2 cm em relação ao membro não-operado.
Para a análise estatística foram empregados o teste do qui-quadrado, teste exato de Fisher, teste t de Student e o teste de McNemar.
O nível de significância adotado foi de 5% (a = 0,05).
RESULTADOS: Encontraram-se diferenças estatisticamente significativas (p < 0.
05) entre os membros operados e os não-operados, sendo 56,8% com volume maior que 50 mL e 31,9% com perímetro maleolar maior que 2 cm.
Não se encontrou associação entre a presença do edema e características da amostra ou da cirurgia e de intercorrências clínicas perioperatórias ou tardias.
CONCLUSÕES: Pacientes submetidos a ressecções de veia safena magna para sua utilização como ponte coronariana poderão apresentar edema no membro associado.

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