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AVALIAÇÃO E MANEJO DA DISTORCIA DE OMBRO NO TRABALHO DE PARTO PELO ENFERMEIRO OBSTETRA
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Esse trabalho de pesquisa tem como objetivo abordar a avaliação e o manejo da distorcia de ombro no trabalho de parto pelo enfermeiro obstetra.. A preparação iniciou-se após consulta aos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), por meio da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), sendo eles Distorcia do ombro, Parto obstetrico. Cuidados de enfermagem. Para o cruzamento dos termos, foram utilizados os operadores booleanos (AND e OR). Critérios de inclusão da pesquisa: artigos disponíveis no formato eletrônico nas bases de dados selecionadas que abordassem a temática proposta, demonstrando dados nacionais, na língua portuguesa e inglesa, com acesso livre, publicados no período de 2019-2025, manuais como na FEBRASGO com manejo da distorcia de ombro. Foram excluídos da pesquisa monografias, dissertações, teses e artigos de revisão e reflexão que não contribuíram com a temática do estudo, bem como as publicações duplicadas. Para extração dos dados utilizou-se como parâmetro o instrumento de Ursi adaptado para este estudo, com os seguintes dados: identificação dos artigos (título, ano de publicação, local do estudo e fonte de dados), objetivo, principais resultados. Dos 8 artigos selecionados através de leitura criteriosa, 6( 75%) abordaram o ojetivo do estudo, que é enfatizar como deve ser realiado o manejo da distorcia de ombro. Ademais, 2 (25%)evidenciaram a importância do profissional enfermeiro nessa condução. Conclui-se que os estudos abordam de forma eficaz o manejo adequado na distorcia de ombro durante o trabalho de parto. Podemos citar dentre os que fazem essa abordagem, os estudos A1,A2,A3, A5, A6, A8. Sendo que as manobras para distocia de ombro são um conjunto de ações para liberar o ombro preso do bebê, começando com manobras de primeiro nível como a pressão suprapúbica e a manobra de McRoberts. Se não resolverem, a equipe deve tentar manobras internas, como a de Rubin II ou a liberação do braço posterior, seguida pela mudança de posição da mãe para a posição de quatro apoios (manobra de Gaskin)
Editora Cognitus
Title: AVALIAÇÃO E MANEJO DA DISTORCIA DE OMBRO NO TRABALHO DE PARTO PELO ENFERMEIRO OBSTETRA
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Esse trabalho de pesquisa tem como objetivo abordar a avaliação e o manejo da distorcia de ombro no trabalho de parto pelo enfermeiro obstetra.
A preparação iniciou-se após consulta aos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS), por meio da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), sendo eles Distorcia do ombro, Parto obstetrico.
Cuidados de enfermagem.
Para o cruzamento dos termos, foram utilizados os operadores booleanos (AND e OR).
Critérios de inclusão da pesquisa: artigos disponíveis no formato eletrônico nas bases de dados selecionadas que abordassem a temática proposta, demonstrando dados nacionais, na língua portuguesa e inglesa, com acesso livre, publicados no período de 2019-2025, manuais como na FEBRASGO com manejo da distorcia de ombro.
Foram excluídos da pesquisa monografias, dissertações, teses e artigos de revisão e reflexão que não contribuíram com a temática do estudo, bem como as publicações duplicadas.
Para extração dos dados utilizou-se como parâmetro o instrumento de Ursi adaptado para este estudo, com os seguintes dados: identificação dos artigos (título, ano de publicação, local do estudo e fonte de dados), objetivo, principais resultados.
Dos 8 artigos selecionados através de leitura criteriosa, 6( 75%) abordaram o ojetivo do estudo, que é enfatizar como deve ser realiado o manejo da distorcia de ombro.
Ademais, 2 (25%)evidenciaram a importância do profissional enfermeiro nessa condução.
Conclui-se que os estudos abordam de forma eficaz o manejo adequado na distorcia de ombro durante o trabalho de parto.
Podemos citar dentre os que fazem essa abordagem, os estudos A1,A2,A3, A5, A6, A8.
Sendo que as manobras para distocia de ombro são um conjunto de ações para liberar o ombro preso do bebê, começando com manobras de primeiro nível como a pressão suprapúbica e a manobra de McRoberts.
Se não resolverem, a equipe deve tentar manobras internas, como a de Rubin II ou a liberação do braço posterior, seguida pela mudança de posição da mãe para a posição de quatro apoios (manobra de Gaskin) .
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