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Análise das diferenças horizontais entre os dispêndios públicos em saúde nas capitais nordestinas.
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A saúde é um fator determinante para o desenvolvimento de um país ou região, pois configurase como um instrumento essencial para o progresso humano e produtivo da sociedade. Em outras palavras, a relação entre saúde e desenvolvimento ultrapassa as perspectivas econômicas, pois apresentam inúmeras conexões e interações, dado que as ações e as políticas da saúde têm o desígnio de proporcionar o bem-estar social em sincronia com o crescimento produtivo. Dentro desse contexto, o presente trabalho tem como objetivo principal analisar as discrepâncias entre os gastos públicos (absolutos e relativos) destinados pelos governos municipais das capitais nordestinas para o setor de saúde no período de 2008 a 2017. No quesito metodológico, o trabalho configurou-se como documental e bibliográfico quanto aos procedimentos da coleta de dados e a composição da revisão da literatura; quantitativo quanto à forma de responder e abordar o problema; explicativo quanto ao objeto de estudo; e descritivo, pois procura delinear uma realidade por meio de dados existentes que foram coletados de fontes formais. Como resultado, foi possível verificar que as despesas públicas destinadas pelas prefeituras das capitais nordestinas para a área da saúde apresentaram semelhança absoluta e diferenças relativas. Em termos absolutos todas as prefeituras iniciaram o período de análise com um montante menor e finalizaram o com um valor maior. Já em termos relativos os gastos efetivados com saúde apresentaram desconformidades, pois seis capitais ampliaram percentualmente seus gastos entre 2008-2017 e três capitais diminuíram. Aracaju, que dispendeu 33,85% do orçamento municipal com saúde em 2008 e reduziu para 33,46% no ano de 2017; Fortaleza que iniciou com 33,43% em 2008 e reduziu para 31,57% no ano de 2017 e João Pessoa com despesas correspondentes a 35,30% em 2008 e apenas 33,52% no ano de 2017.
Title: Análise das diferenças horizontais entre os dispêndios públicos em saúde nas capitais nordestinas.
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A saúde é um fator determinante para o desenvolvimento de um país ou região, pois configurase como um instrumento essencial para o progresso humano e produtivo da sociedade.
Em outras palavras, a relação entre saúde e desenvolvimento ultrapassa as perspectivas econômicas, pois apresentam inúmeras conexões e interações, dado que as ações e as políticas da saúde têm o desígnio de proporcionar o bem-estar social em sincronia com o crescimento produtivo.
Dentro desse contexto, o presente trabalho tem como objetivo principal analisar as discrepâncias entre os gastos públicos (absolutos e relativos) destinados pelos governos municipais das capitais nordestinas para o setor de saúde no período de 2008 a 2017.
No quesito metodológico, o trabalho configurou-se como documental e bibliográfico quanto aos procedimentos da coleta de dados e a composição da revisão da literatura; quantitativo quanto à forma de responder e abordar o problema; explicativo quanto ao objeto de estudo; e descritivo, pois procura delinear uma realidade por meio de dados existentes que foram coletados de fontes formais.
Como resultado, foi possível verificar que as despesas públicas destinadas pelas prefeituras das capitais nordestinas para a área da saúde apresentaram semelhança absoluta e diferenças relativas.
Em termos absolutos todas as prefeituras iniciaram o período de análise com um montante menor e finalizaram o com um valor maior.
Já em termos relativos os gastos efetivados com saúde apresentaram desconformidades, pois seis capitais ampliaram percentualmente seus gastos entre 2008-2017 e três capitais diminuíram.
Aracaju, que dispendeu 33,85% do orçamento municipal com saúde em 2008 e reduziu para 33,46% no ano de 2017; Fortaleza que iniciou com 33,43% em 2008 e reduziu para 31,57% no ano de 2017 e João Pessoa com despesas correspondentes a 35,30% em 2008 e apenas 33,52% no ano de 2017.
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