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RELAÇÃO ENTRE AS TAXAS DE AMPUTAÇÃO MAIOR EM PÉ DIABÉTICO CORRELACIONADO COM O AUMENTO DA MORBIDADE EM PACIENTES IDOSOS
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Introdução: O pé diabético é uma das principais complicações da diabetes mellitus, tendo característica progressiva e determinando uma alta taxa de amputação dos membros inferiores. Embora sua prevenção possa ser realizada com precauções diárias comuns, o pé diabético permanece como uma condição de alto custo para o sistema de saúde, mostrando a importância da conscientização acerca dos cuidados primários e tratamento precoce. Objetivos: Observar a associação entre a alta morbidade em pacientes idosos com pé diabético que foram submetidos a amputação maior. Método: Trata-se de uma revisão integrativa, relizada a partir de um levantamento bibliográfico na Biblioteca Nacional em Saúde (BVS), LILACS e National Library of Medicine (PubMed), utilizando como Descritores em Ciências da Saúde: Amputação, Morbidade, Pé diabético e Idoso. Foram incluídos artigos baseados na temática central, publicados em português, inglês, com texto completo disponível e indexados nos referidos bancos de dados entre 2017 e 2022. Resultados: A amputação maior de membros inferiores (MMII) desencadeia um declínio da capacidade funcional do paciente idoso, contribuindo de forma significativa para um aumento da incapacidade, morbidade, mortalidade e complicações pós-cirúrgicas. Desse modo, a deteriorização do organismo em pacientes com idade avançada, associado a presença de doenças crônicas compatíveis com a faixa etária, como a Doença Arterial Periférica e a Doença Renal Crônica, tornam a condição física significativamente debilitada, tornando o organismo mais vulnerável para a realização da amputação maior aumentando e representando uma piora do prognóstico. Conclusão: O estudo permitiu esclarecer o aumento das taxas de morbidade e mortalidade em pacientes idosos com pé diabético após a realização da amputação maior. Portanto, as evidências apontam a necessidade do desenvolvimento de estratégias de saúde direcionadas para conscientização e estratificação de risco para o diagnóstico e manejo precoce, visando evitar que os pacientes portadores de fatores de risco procurem assistência quando as complicações já estiverem presentes e minimizando o aparecimento de úlceras nos pés.
PALAVRAS-CHAVE: Amputação. Morbidade. Pé diabético. Idoso.
Title: RELAÇÃO ENTRE AS TAXAS DE AMPUTAÇÃO MAIOR EM PÉ DIABÉTICO CORRELACIONADO COM O AUMENTO DA MORBIDADE EM PACIENTES IDOSOS
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Introdução: O pé diabético é uma das principais complicações da diabetes mellitus, tendo característica progressiva e determinando uma alta taxa de amputação dos membros inferiores.
Embora sua prevenção possa ser realizada com precauções diárias comuns, o pé diabético permanece como uma condição de alto custo para o sistema de saúde, mostrando a importância da conscientização acerca dos cuidados primários e tratamento precoce.
Objetivos: Observar a associação entre a alta morbidade em pacientes idosos com pé diabético que foram submetidos a amputação maior.
Método: Trata-se de uma revisão integrativa, relizada a partir de um levantamento bibliográfico na Biblioteca Nacional em Saúde (BVS), LILACS e National Library of Medicine (PubMed), utilizando como Descritores em Ciências da Saúde: Amputação, Morbidade, Pé diabético e Idoso.
Foram incluídos artigos baseados na temática central, publicados em português, inglês, com texto completo disponível e indexados nos referidos bancos de dados entre 2017 e 2022.
Resultados: A amputação maior de membros inferiores (MMII) desencadeia um declínio da capacidade funcional do paciente idoso, contribuindo de forma significativa para um aumento da incapacidade, morbidade, mortalidade e complicações pós-cirúrgicas.
Desse modo, a deteriorização do organismo em pacientes com idade avançada, associado a presença de doenças crônicas compatíveis com a faixa etária, como a Doença Arterial Periférica e a Doença Renal Crônica, tornam a condição física significativamente debilitada, tornando o organismo mais vulnerável para a realização da amputação maior aumentando e representando uma piora do prognóstico.
Conclusão: O estudo permitiu esclarecer o aumento das taxas de morbidade e mortalidade em pacientes idosos com pé diabético após a realização da amputação maior.
Portanto, as evidências apontam a necessidade do desenvolvimento de estratégias de saúde direcionadas para conscientização e estratificação de risco para o diagnóstico e manejo precoce, visando evitar que os pacientes portadores de fatores de risco procurem assistência quando as complicações já estiverem presentes e minimizando o aparecimento de úlceras nos pés.
PALAVRAS-CHAVE: Amputação.
Morbidade.
Pé diabético.
Idoso.
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