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Lodo de esgoto no crescimento do “mosquitinho” (Gypsophila elegans)
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência da utilização do lodo de esgoto no crescimento do mosquitinho. O experimento foi realizado na Casa de Vegetação do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFBA) - Campus de Vitória da Conquista, Bahia. O delineamento foi blocos casualizados (DBC), em esquema fatorial (2 x 4), os tratamentos corresponderam a dois níveis de calagem e quatro doses de lodo de esgoto, com três repetições, totalizando 24 unidades experimentais, constituindo os seguintes tratamentos: T1: 0 Mg ha-1 de Lodo da ETE; T2: 8 Mg ha-1 de Lodo da ETE; T3: 16 Mg ha-1 de Lodo da ETE; T4: 24 Mg ha-1 de Lodo da ETE. Foram avaliados Massa seca da parte aérea (MSPA), Massa Seca da Raiz (MSR), Massa Seca Total (MST), Taxa de crescimento relativo (TCR), Taxa assimilatória líquida (TAL) e Índice de colheita (IC). O uso do lodo de esgoto favoreceu o acúmulo da massa seca da planta, incremento da AF, TCR, TAL e IC. A dose 24 Mg ha-1 na presença do calcário dolomítico proporcionou um incremento da AF, TCR e IC.
Uniao Atlantica de Pesquisadores
Title: Lodo de esgoto no crescimento do “mosquitinho” (Gypsophila elegans)
Description:
O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência da utilização do lodo de esgoto no crescimento do mosquitinho.
O experimento foi realizado na Casa de Vegetação do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (IFBA) - Campus de Vitória da Conquista, Bahia.
O delineamento foi blocos casualizados (DBC), em esquema fatorial (2 x 4), os tratamentos corresponderam a dois níveis de calagem e quatro doses de lodo de esgoto, com três repetições, totalizando 24 unidades experimentais, constituindo os seguintes tratamentos: T1: 0 Mg ha-1 de Lodo da ETE; T2: 8 Mg ha-1 de Lodo da ETE; T3: 16 Mg ha-1 de Lodo da ETE; T4: 24 Mg ha-1 de Lodo da ETE.
Foram avaliados Massa seca da parte aérea (MSPA), Massa Seca da Raiz (MSR), Massa Seca Total (MST), Taxa de crescimento relativo (TCR), Taxa assimilatória líquida (TAL) e Índice de colheita (IC).
O uso do lodo de esgoto favoreceu o acúmulo da massa seca da planta, incremento da AF, TCR, TAL e IC.
A dose 24 Mg ha-1 na presença do calcário dolomítico proporcionou um incremento da AF, TCR e IC.
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